O abandono de carrinho é um dos principais obstáculos enfrentados por empreendedores de e-commerce. Essa é uma métrica comum coletada pelas plataformas de lojas virtuais, que registram quando os clientes incluem produtos ao carrinho, mas não efetuam a compra.
Apesar da oportunidade de venda perdida nesse momento, com táticas adequadas, é possível convencê-los a voltar à página de vendas e tomar a decisão final de adquirir o produto almejado.
Neste artigo, discutiremos cinco estratégias eficazes para recuperar o abandono de carrinho!
Fica comigo!
1 – Anúncios de Remarketing
O retargeting, também conhecido como remarketing, é uma estratégia eficaz para manter a sua loja e produtos em destaque após o abandono de carrinho.
Utilizando cookies e pixels de rastreamento,tanto do Google, como da Meta, você pode exibir anúncios personalizados para os visitantes em outros sites e redes sociais, como o Instagram e Facebook.
Dessa forma, é possível impactar o cliente novamente para derrubar possíveis objeções que o impediram de passar o cartão de crédito. Uma das medidas mais comuns é oferecer um desconto, vouchers para a próxima compra, cashback, entre outras.
2 – E-mails de Recuperação de Carrinho
Essa estratégia poderosa envolve o e-mail marketing, o qual é muito utilizado por grandes sites de e-commerce e traz resultados surpreendentes. O e-mail do visitante é coletado no momento do pagamento, logo, é possível concluir que ele pode se tornar um potencial cliente.
A melhor forma de trabalhar abandono de carrinho com essa estratégia, é através de plataformas automatizadas de e-mail marketing, a qual enviará e-mails automáticos e pré moldados quando o cliente abandonar o pagamento dos produtos.
É preciso pesquisar bastante antes de contratar uma plataforma de e-mail marketing, pois é preciso estudar se as ferramentas atendem às necessidades do seu e-commerce e, além disso, balancear o custo benefício dos planos oferecidos.
3 – Atendimento Proativo pelo Whatsapp
Para as lojas virtuais que coletam o telefone de contato no cadastro inicial antes de fechar a compra, o atendimento proativo através do Whatsapp é uma ótima forma de buscar entender o porquê o cliente abandonou o carrinho.
Esse segundo contato pode ser feito através de um atendimento humanizado ou de um chatbot com mensagens automáticas.O primeiro tem mais chances de interação com usuário, que poderá fornecer informações valiosas, tanto para efetivar a venda, como para melhorar a oferta para futuros clientes que visitarem a página.
Outro ponto forte do atendimento proativo é a recuperação de boletos, pois é muito comum os clientes deixarem de pagá-los devido à correria do dia a dia.Essa forma de lembrança pode recuperar oportunidades de vendas perdidas no seu e-commerce.
4 – Comunicação por SMS
Além de e-mails e mensagens pelo Whatsapp, considere utilizar comunicação por SMS para recuperar o abandono de carrinho.
Nessa estratégia, é possível enviar mensagens curtas e diretas para lembrar os clientes dos itens no carrinho e oferecer incentivos para finalizarem a compra.
Além do baixo custo de envio,o SMS tem altas taxas de abertura e pode ser uma maneira eficaz de alcançar os clientes em tempo real.
5 – Crie um Programa de Fidelidade
Oferecer um programa de fidelidade pode ser um incentivo adicional para trazer de volta os clientes que abandonaram o carrinho.
Ao oferecer pontos, descontos ou recompensas por compras futuras, você cria um estímulo para que os clientes retornem à sua loja e completem a compra.
Destaque os benefícios do programa de fidelidade em seus e-mails de recuperação de carrinho e páginas de checkout para aumentar a eficácia dessa estratégia.
Conclusão
O abandono de carrinho é um passo para uma venda realizada! Pois o cliente percorreu várias etapas de navegação da sua loja virtual antes de desistir da compra.
Não trabalhar estratégias de recuperação dessas vendas não realizadas fará com que seu e-commerce deixe muito “dinheiro na mesa” ou até não consiga se sustentar ao longo do tempo.
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Avaliar o desempenho da sua empresa nas redes sociais pode ser desafiador. Muitas vezes, as métricas utilizadas são superficiais e não refletem o verdadeiro impacto das suas ações.
Neste post, vamos explorar as principais métricas e como interpretá-las de forma mais eficaz para melhorar o seu sucesso nas redes sociais.
Confira!
O que são métricas?
As métricas nas redes sociais podem ser definidas como estatísticas geradas pelos gerenciadores dessas mídias. Através delas, é possível avaliar o desempenho das campanhas de marketing de uma marca ou empresa no ambiente digital.
Com isso, o setor de marketing e a alta gestão podem identificar oportunidades de melhoria para tomada de decisão, como o aumento ou redução de orçamento para as campanhas, por exemplo.
Existem diferentes métricas que podem ser usadas nas redes sociais, dependendo dos objetivos específicos da marca ou empresa. No entanto, as mais comuns são as métricas de engajamento, alcance, tráfego, conversão, CTR e sentimento.
Outra métrica que costuma ser muito valorizada é o número de seguidores, no entanto, muitas vezes não passa de uma “métrica de vaidade”, pois nada adianta ter um perfil com centenas de seguidores se não há engajamento do público!
Quais são as principais métricas das redes sociais?
Fonte: Imagem do site Freepik
Como já foi dito anteriormente, existem diferentes formas de analisar a performance de suas contas nas redes sociais disponíveis atualmente.
Para melhor aproveitamento das informações, é importante primeiro entender a diferença entre dados, métricas e KPI ‘s (Key Performance Indicators ou Indicadores Chaves de Desempenho).
Em termos simples, os dados são todos os números que podem ser observados,mas isolados não elucidam nenhuma informação.Já as métricas, por sua vez, são formadas a partir desses dados, seja de forma individual ou através do cruzamento entre eles, daí surgem informações úteis que permitem mensurar resultados.
As métricas consideradas indicadores chaves de desempenho (KPI) são aquelas que são críticas para o sucesso da campanha de marketing! Consegue imaginar alguma?
Podemos dizer que a taxa de conversão é uma KPI, pois ela representa a quantidade de vendas realizadas, ou seja, entrada de dinheiro em caixa para empresa!
Para ter boa performance nos indicadores considerados KPI, é preciso melhorar outras métricas secundárias, as quais apresentam várias visões específicas sobre a campanha que, quando juntadas, consolidam como está o seu desempenho.
Vamos entender cada uma delas:
1- Alcance e Impressões
O alcance é definido pela quantidade de pessoas que viram o conteúdo que você publicou.Já as impressões é o número de vezes que o conteúdo foi exibido na tela de um usuário na rede social.
O alcance te ajuda a identificar e entender como seus posts estão sendo distribuídos ao público.No tráfego orgânico, a distribuição do conteúdo depende muito do que o algoritmo da plataforma considera relevante aos usuários.
Por isso, é importante sempre estar de olho nessa métrica, e também observar os diferentes alcances de cada tipo de conteúdo em uma mesma rede social.Assim, o time de marketing poderá direcionar esforços para o que realmente está entregando.
Por exemplo, o gerenciador pode mostrar que conteúdos em vídeos teve maior alcance em relação a fotos e carrosséis no perfil da empresa.Isso dá um bom norte para o time criação empenhar mais a força de trabalho na produção de vídeos.
2 – Engajamento
Para a rede social continuar aumentando o alcance do post da empresa ao longo do tempo, é crucial que haja engajamento , o qual se trata de interações do público, como curtidas, comentários e compartilhamentos.
Você pode tanto obter o percentual de engajamento de um post específico, quanto o engajamento geral no seu perfil dentro de um determinado período de tempo, como, por exemplo, a taxa de engajamento nos últimos 10 dias.
Nesse sentido, posts que geram mais interação são:
Dicas,
Memes,
Perguntas,
Storytelling,
Vídeos rápidos (Reels),
Para resolver a queda no desempenho dessa métrica, é necessário reunir-se com o time de criação de conteúdo e fazer um brainstorm (tempestade de ideias) a fim de despertar a criatividade para conteúdos dignos de viralização.
3 – Conversão
Em linhas gerais, a conversão é um estágio final que se resume em uma ação específica executada pelo usuário quando interage com um post ou anúncio da empresa nas redes sociais.
Muito usada no contexto de vendas, a taxa de conversão nas redes sociais também pode ser uma métrica para medir a conquista de novos seguidores, a coleta de cadastro de e-mails (leads),fazer o download de um ebook, cliques em determinado link,etc.
4 – CTR Click Through Rate
O CTR, ou apenas taxa de cliques, é a métrica utilizada para identificar a quantidade de pessoas que clicaram no link disponível no post. Normalmente, ele é usado quando temos o objetivo de gerar tráfego para outra mídia,por exemplo, um site.
Geralmente, ele é expresso em porcentagem, que nada mais é a divisão do número de cliques pelo número de impressões multiplicado por 100.
No contexto das redes sociais, a média de CTR gira em torno de 1%, no entanto, postagens populares e criativos de anúncios bem feitos superam os 3%. A missão do time de marketing é sempre melhorar o conteúdo atingir essa marca.
5 – Sentimento de marca
Seu engajamento pode estar alto, mas as interações que você anda recebendo são positivas ou negativas? O que as pessoas têm a dizer sobre seu negócio é bom ou ruim?
O sentimento de marca geralmente indica a qualidade das interações que você tem no perfil da rede social, ou seja, se os conteúdos estão sendo bem aceitos e se estão agradando a sua audiência. Dessa forma, você consegue entender de que forma pode melhorar e aperfeiçoar seus conteúdos.
A importância de ficar de olho nas métricas
Fonte: Imagem do site Freepik
Ao trabalhar marketing digital nas redes sociais, o objetivo final das empresas é aumentar a métrica de conversão.No entanto, as métricas tratadas acima também precisam estar performando bem para ampliar esse número.
Fazendo uma analogia,funciona como um pisca-pisca de natal, onde uma lâmpada queimada faz com que as outras não acendam.Aplicando esse conceito ao contexto das métricas nas redes sociais, confira como um erro pode afetar todos os indicadores em cascata:
Caso 1 – Criativo do post ou anúncio ruim
Criativo ruim prejudica a métrica de taxa de cliques (CTR),
Poucos cliques geram menos visitas na página de captura ou vendas,
Menos pessoas acessam o carrinho de compras do produto,
Conclusão: escassez de vendas.
Caso 2 – Configuração do público alvo errado
Nesse caso, a taxa de cliques também será baixa,
Acesso de público frio na página de venda, ou seja, sem intenção de compra,
Menos engajamento com o conteúdo (curtidas, comentários e compartilhamento).
Viu só como as métricas ajudam a identificar falhas e, por conseguinte, gera oportunidades de melhoria nas campanhas de marketing?
Geralmente,as métricas do dia-dia são acompanhadas de perto por um novo profissional que vem crescendo no mercado digital: O Social Media!
Conclusão
Atualmente as redes sociais são importantes vitrines para muitos negócios, tanto para conquistar credibilidade, quanto para vender seus produtos e/ou serviços. Entender como tudo funciona nos “bastidores” é fundamental para conseguir identificar o que é mais adequado levar para as postagens e o que pode ser melhorado.
Embora pareça difícil, com o tempo e bastante prática é possível sim aprender e fazer a análise e monitoramento das contas. Claro que não dispensa a ajuda de um profissional já qualificado e preparado para tal, mas, entender sozinho sobre as métricas já é de grande ajuda para seu negócio.
Lembre-se de não se apegar a métricas de vaidade. Utilize boas ferramentas de análises e, se achar necessário, conte com a ajuda de um Social Media para te auxiliar.
Espero que tenha te ajudado a entender melhor sobre as funcionalidades de cada métrica e que isso te proporcione uma visão mais ampla do seu negócio.
Montar um plano de trading com um bom gerenciamento de risco é uma das maiores dificuldades de quem opera no mercado financeiro fazendo day trade. Por vezes, até traçam algumas metas, mas não conseguem colocá-las em prática no mercado.
Estabelecer limites de perda e ganho é um assunto recorrente e que todo mundo já sabe! Mas já parou para analisar parâmetros fora do mercado que podem estar prejudicando a sua performance nas operações?
No artigo de hoje, você levará diversas dicas valiosas que lhe ajudarão a reformular o seu plano de trading e definir um gerenciamento de risco preciso..
Siga em frente comigo!
Risco sobre o patrimônio
A análise de risco deve começar com base no patrimônio, ou seja, quanto de capital disponível você reservará para fazer operações arrojadas no day trade.O ideal é que seja definido umpercentual mensal entre 5% e 10%.
Por exemplo, se o day trader construiu um patrimônio de R$30 mil reais, muitas vezes conquistado de outras fontes de renda, a reserva desse valor para operações de risco ficaria entre R$1500 e R$3000.
Tendo ciência do percentual do patrimônio que está em risco, de certa forma, o conforto emocional será maior no dia a dia das operações, pois o valor financeiro foi planejado de cabeça fria fora do mercado.
Desta forma, respeitar os limites do gerenciamento de risco não será um problema, desde que o trader também esteja disciplinado.
Solução para Day trader sem patrimônio
Existe um grande número de investidores que realizam day trade com margem apertada, e muitos deles utilizam um montante financeiro que não podem ou, de forma inconsciente, não estão dispostos a perder.
Alguns até conseguem grandes sequências de ganhos, porém, em dias ou semanas ruins, devolvem todo o lucro realizado pela não aceitação da perda do único patrimônio,o qual foi construído no mercado.
Neste caso, a melhor forma de operar day trade com a consciência tranquila é através de uma mesa proprietária, a qual oferece seu capital para operadores consistentes, sem a necessidade de cobrir margens em caso de perdas. Se essa oportunidade lhe interessou, leia outro artigo aqui no blog!
Definição de limites mensais
Uma vez definido o valor reservado do patrimônio para fazer day trade, é hora de montar o plano de trading estabelecendo os limites financeiros mensais, como meta de ganho e limite de perda, no entanto é preciso esclarecer que é preciso flexibilidade no cumprimento delas, conforme a volatilidade do mercado.
Considerando um risco mensal de 10% sobre o patrimônio, conforme explicado no tópico anterior, o retorno mínimo aceitável dentro de um mês é de 10% também, ou seja, 1 para 1. Se o trader conseguir performar bem e aumentá-lo para 15% ou 20%, sem aumentar seu risco, será melhor ainda!
Voltando ao exemplo do Day Trader com um patrimônio de R$30 mil, ao arriscar R$3 mil (10%), ele deverá buscar, no mínimo, mais R$3 mil de retorno (10%) para valer a pena o risco.
Também é preciso aceitar a ideia de que daytrade é uma renda variável, logo poderá ocorrer meses abaixo da meta ou até negativos.O segredo aqui é buscar a melhoria contínua, corrigindo erros e ampliando os acertos para voltar a performar bem no mercado.
Definição de limites diários
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Alinhar a meta diária, conforme a volatilidade que o mercado está apresentando no dia é uma das maiores dificuldades dos Day traders. Parar de operar no limite financeiro conquistado com o mercado dando mais “oportunidades” é uma dor muito grande.
Nesses momentos ocorrem aquelas operações que dão errado e, devido ao emocional abalado e a não aceitação de perder a meta, acabam levando todo financeiro realizado e mais um pouco.
A melhor forma de resolver isso é flexibilizar a meta diária em 3 níveis a seguir:
Metas para dias neutros
Considera um dia neutro aqueles em que não há indicadores relevantes que motivem o mercado a gerar tendência para algum lado. Geralmente, ele fica formando topos e fundos aleatórios no formato de lateralidade.
Esses são dias extremamente difíceis de operar e buscar uma meta financeira alta pode aumentar sua exposição ao risco, caso a operação dê errado.Em dias neutros, o ideal é fazer menos operações buscando algo em torno de 50% da meta padrão.
Meta para dias de indicadores econômicos
Os dias em que indicadores econômicos são publicados costumam gerar uma boa volatilidade e tendência para algum lado, principalmente quando são dos Estados Unidos. Entre eles podemos citar o payroll (dados de emprego), indicadores de inflação, produção industrial, entre outros.
Nesses dias,a clareza do contexto facilita o Day trader, com conhecimento, a buscar a meta financeira padrão definida no seu plano de trading.
Aqui, não há problema em exceder um pouco o limite de ganho para aproveitar a boa oportunidade, principalmente se os indicadores vierem muito ruins em relação às expectativas do mercado.
No entanto,é preciso que seja respeitado o drawdown máximo em relação ao ganho, caso as operações seguidas deem errado.
Exemplificando drawdown:
Quando um trader atinge um ganho de R$1000 reais e tem planejado um drawdown máximo de 30%, isso quer dizer que ele não pode perder mais de 300 reais da meta.
Essa é uma ótima forma do Day Trader não entrar numa espiral negativa e devolver todo o ganho conquistado e, em alguns casos críticos, acabar stopando o dia.
Meta para dias de Breaking News
São raros os dias em que o mercado gera uma volatilidade muito fora da curva, mas quando ocorrem, torna-se uma oportunidade de conquistar de 2 a 3 metas padrão do plano de trading.
Dentro desse contexto, podemos citar o dia do anúncio da dívida de mais de 50 bilhões das Lojas Americanas, em Maio de 2023, que derrubou o valor das ações em 77,42% num único dia.
Outro exemplo foi o “Joesley Day”, em 17/05/2017,o qual foi o dia do vazamento de conversas entre Michel Temer,o então presidente na época, e o empresário Joesley Batista tramando uma crise política para boicotar a reforma da previdência.
Nesse dia, tanto o dólar, quanto o índice bovespa variaram mais de 9%, muito além da média diária, que gira em torno de 1,5%. Sabendo do contexto,quantas metas daria para bater nesse dia hein?
Estipulando a meta financeira diária
Para o trader bater uma meta de R$3 mil no mês (conforme o exemplo), a média de ganhos diários, considerando 22 pregões, precisará ser de R$136 reais, aproximadamente. No entanto, essa métrica deve ser apenas uma referência, pois, estabelecer valores fixos em renda variável não funciona!
O que vai ajudar o trader na conquista da meta mensal é a flexibilização da meta diária,conforme descrito no tópico anterior, pois, assim ele conseguirá compensar dias ruins em dias bons no mercado.
Definição de stop gain e stop loss
Toda plataforma de day trade é possível definir os parâmetros de stop gain (meta de ganho) e stop loss (limite de perda) de forma fixa, no entanto, o ideal é que sejam sempre revisados conforme a estratégia do trader e a volatilidade do mercado.
Em dias de notícias e indicadores importantes podem ocorrer as famosas “violinadas” que é quando o mercado está volátil de tal forma que acaba atingindo stop loss muito curto para esse tipo de contexto.
Aqui, o trader precisa saber a seguinte equação: Quanto maior a volatilidade deve-se usar menos contratos e estipular alvos mais longos e vice-versa.
Definição de margem e alavancagem
Muitas corretoras exigem margens muito pequenas para operar day trade no mercado financeiro.Por exemplo, a Toro exige apenas R$100 para Mini Índice e R$150 para Mini Dólar para operar 1 contrato, permitindo ao trader fazer uso da alavancagem.
Como boa prática, o ideal é que seja depositado apenas o valor que corresponde ao limite de perda diária no plano de trading. Assim, caso o trader não consiga stoapar a operação, seja por problemas emocionais, ou problemas técnicos, a própria corretora não deixará exceder esse valor ao acionar a zeragem compulsória.
Limite de operações
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Quanto mais o trader se expõe ao mercado abrindo operações, maior serão as chances de perda. Aqui, a frase “menos é mais” faz muito sentido, pois o trader irá mitigar o seu risco e aproveitará as melhores oportunidades ao operar com essa filosofia.
Caso o trader venha a perder 3 operações seguidas, o ideal é analisar novamente o contexto do mercado para avaliar se realmente vale a pena continuar operando. De repente, o dia está neutro e com poucas oportunidades, as quais não vale o risco de aproveitar.
Quanto às operações positivas, não bater a meta com 7 a 10 operações também pode significar que o mercado “não está para peixe”, levando a um esforço e risco muito maior para bater a meta padrão. Nesse caso, o ideal é aceitar encerrar o dia abaixo da meta, pois pode ser facilmente compensado em um dia bom.
Tenha uma estratégia vencedora
Para que um gerenciamento de risco seja positivo, é preciso que o trader estude e coloque em prática uma estratégia com no mínimo 60% de acerto, que proporcione um risco retorno de pelo menos 1 para 1, ou seja, se perder R$100 reais, deve ganhar R$100 reais.
Nesse cenário, caso o trader venha a fazer 100 operações no mês, sendo 60 positivas (60%) e 40 negativas (40%), o saldo líquido será de R$2000 reais de lucro.
Por mais que a taxa de acerto seja baixa no começo, perder menos e ganhar mais já torna a estratégia vencedora.
Tenha disciplina e controle emocional
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A parte comportamental é elemento chave para o seu gerenciamento de risco dar certo. De nada adianta colocar todo o seu plano de trading numa planilha de excel e não seguí-lo.
Tentar consertar dias ruins e voltar no dia seguinte querendo recuperar o que perdeu só te colocará numa espiral negativa de perda que pode durar semanas ou até quando sobrar capital para operar.
Para auxiliar o seu gerenciamento de risco, utilize mecanismos de travas das plataformas de day trading para não permitir a abertura de novas operações quando os mesmos forem atingidos.
Cuidado com as sequência de ganhos
Uma sequência de dias, semanas ou meses sem perder no mercado financeiro pode criar uma sensação de que você se tornou “bom o bastante” para dominá-lo.
Esse tipo de sentimento faz com que o trader “escorregue na disciplina” no seu gerenciamento e cometa erros que podem culminar em grandes perdas conquistadas. Um bom exemplo é ficar corrigindo operações perdedoras fazendo preço médio.
Explicando preço médio
Também chamado de preço “mérdio”, esse é o tipo de operação que trader atua contra a tendência comprando mais com o mercado caindo ou vendendo mais com o mercado subindo acreditando que suas convicções de análise estão certas e o mercado uma hora virá ao seu favor.
Muitas vezes costuma dar certo dando a sensação de que “o trader nunca erra”, mas o dia que a operação dá errado, acaba levando todo o lucro realizado com essa conduta indevida.
Ligando os pontos
Diante do exposto,fica evidente que um bom gerenciamento de risco no day trade é essencial para o sucesso e a sustentabilidade das operações no mercado financeiro.
Iniciar o planejamento a partir da análise do patrimônio disponível e definir um percentual adequado para arriscar em cada operação são etapas cruciais.
Ao estabelecer metas mensais e diárias, o day trader tem uma referência clara do que busca alcançar, considerando a volatilidade do mercado e sendo flexível para ajustar as estratégias conforme o contexto do dia.
A utilização de alavancagem e margens exige cautela, e o depósito de um valor correspondente ao limite diário de perda é uma prática inteligente para evitar perdas maiores do que o planejado.
Reduzir a quantidade de operações e ter uma estratégia vencedora, com uma taxa de acerto razoável e um risco retorno favorável, também são pilares para o sucesso no day trade.
Lembre sempre que, para o plano de trading dar certo, é essencial que o trader tenha disciplina de segui-lo à risca e controle emocional no dia a dia das operações.
Unido a todos esses elementos, o trader estará mais preparado para enfrentar os desafios do mercado financeiro, construindo um gerenciamento de risco sólido que proporcione bons resultados de longo prazo.
Espero que essas dicas contribuam para a reformulação do seu plano de trading!
Lançar um e-commerce tem sido muito fácil nos dias de hoje com as diversas soluções de loja virtual existentes no mercado, no entanto, muitos empreendedores estão colocando seu negócio online para funcionar em poucos dias sem estar em conformidade com as legislações pertinentes.
O artigo de hoje veio para alertar empreendedores que pretendem iniciar seu negócio digital ou aqueles que já estão realizando vendas online. Confira abaixo, as principais leis que podem afetar o funcionamento do seu e-commerce!
1 – Regulamentação do Comércio Eletrônico
A lei federal nº 7.962, de março de 2013, foi criada para estabelecer regras para contratação por meio do comércio eletrônico.
De modo geral, essa legislação disciplina que o site do e-commerce deve ter informações claras a respeito do produto, serviço ou fornecedor. Além disso, o consumidor deve ter o atendimento facilitado e o direito de arrependimento da compra respeitado.
A lei também determina a identificação do nome empresarial e do fornecedor no cadastro nacional de pessoas físicas ou jurídicas (CPF ou CNPJ), bem como o endereço físico e eletrônico e demais informações necessárias para localização e contato.
Ainda sobre os produtos, a lei exige que esteja incluso na descrição os possíveis riscos à saúde e a segurança dos consumidores, além da discriminação de qualquer despesa adicional no preço, por exemplo, acessórios ou seguros.
Por fim, o fornecedor não pode dificultar o exercício do direito de arrependimento do consumidor devendo informar, de forma clara, os meios para fazer a devolução do produto, assim como efetuar o devido estorno do pagamento.
2 – Código de Defesa do Consumidor
Embora o Código de Defesa do Consumidor (CDC) não tenha sido atualizado exclusivamente para abordar questões específicas do comércio eletrônico, muitas das suas disposições são aplicáveis ao ambiente digital, considerando que as regras gerais de proteção ao consumidor se estendem às compras realizadas pela Internet.
Entre as principais regras da legislação, a que mais gera reclamação é o direito de cancelamento da compra dentro do prazo de 7 dias. Nesse processo,a logística do empreendedor deve estar preparada para atender a demanda de devolução da mercadoria e o financeiro alinhado para prover o estorno do pagamento ao cliente.
3 – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)
A LGPD é uma legislação relativamente nova, publicada no ano de 2018, que regulamenta o tratamento de dados pessoais por parte de empresas e organizações. Ela estabelece regras para a coleta, armazenamento, processamento e compartilhamento de dados pessoais de clientes, funcionários e parceiros comerciais.
Ela também estabelece penalidades e indenizações em caso de violação de dados, que gerem dano patrimonial, moral, individual ou coletivo a terceiros. O controlador de dados, no caso, o proprietário do e-commerce pode levar desde uma simples advertência até a proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.
Diante disso,o e-commerce deve se adequar às exigências da LGPD para garantir a privacidade e a segurança dos dados dos usuários e evitar a suspensão das suas atividades por conta de um vazamento de dados.
4 – Lei da transparência dos impostos
A lei federal nº 12.741 determina que as notas fiscais emitidas ao consumidor devem contemplar a descrição clara dos impostos incidentes sobre as mercadorias e serviços.
Entre os parágrafos da legislação ainda consta que a informação poderá constar em painel afixado em local visível em estabelecimentos ou por qualquer meio eletrônico. Apesar disso, a palavra “poderá” abre margem para interpretação de que a medida é opcional. Por isso, tal informação não é encontrada nas páginas de vendas de e-commerce pela internet.
Para ficar em conformidade com essa legislação, o ideal é que o empreendimento online contrate um serviço de nota fiscal que contemple as exigências da lei. Assim, será uma preocupação a menos para fazer a gestão do e-commerce.
Hora de ajustar as conformidades
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Agora que você já sabe que lançar um e-commerce na internet é muito mais que assinar um plano de loja virtual e colocar os produtos rapidamente à venda, chegou a hora de fazer uma auditoria completa no seu negócio online para ficar em conformidade com as legislações citadas neste artigo.
Para você, que ainda está pleiteando abrir o seu e-commerce, já fica as dicas para iniciar o seu negócio na internet dentro das normas regulamentadoras.
O Programa Artesanato Brasileiro (PAB) é uma ação social do governo federal que tem como principal objetivo a coordenação e desenvolvimento de atividades que visem a valorização do artesão brasileiro.
Nesse sentido, o programa coordena ações de capacitação, gera oportunidades de emprego e renda e busca preservar as culturas locais.Para se ter uma noção da grandeza do programa, o PAB atende desde o pequeno artesão profissional, até grandes associações e sindicatos desse nicho de mercado.
Nesse artigo, vamos detalhar o funcionamento do programa e os principais benefícios ao ingressar!
Para ter acesso às políticas públicas do Programa Artesanato Brasileiro, primeiramente o artesão interessado precisa preencher um cadastro no SICAB (Sistema de Informações do Cadastro do Artesanato Brasileiro), o qual emitirá a carteira nacional do artesão.
Com isso, o artesão poderá gozar dos seguintes benefícios do programa:
Participação em feiras de artesanato nacionais e internacionais
Participação em oficinas e cursos de artesanato
Acesso a incentivos fiscais
Isenção do imposto ICMS para comercializar seus produtos
Facilidade no acesso ao microcrédito para microempreendedores
Possibilidade de emissão de nota fiscal eletrônica (e-NFA)
Possibilidade de contribuir para previdência como autônomo
Requisitos para emissão da carteira
Para emitir a carteira nacional do artesão, o interessado precisa preencher todos os critérios a seguir:
Residir no estado onde foi solicitado o registro
Idade igual ou superior a 16 anos
Apresentar cópia de documento oficial com foto, CPF, comprovante de residência.
Cópia do PIS/ PASEP, caso tenha
1 foto 3×4
Teste de habilidade
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Além da documentação, o artesão terá que provar suas habilidades submetendo suas peças artesanais para avaliação de funcionários do programa, os quais são especializados em artesanato.
Para cada peça a ser cadastrada no programa, é necessário fazer o envio para validação. Para facilitar o entendimento, segue um exemplo:
Dona Maria é apaixonada por crochê, mas também trabalha com sabonetes artesanais para diversificar os produtos no seu ateliê. Para cadastrar os dois produtos no PAB, ela terá que elaborar uma peça de crochê e um sabonete artesanal para validação no programa.
Como se cadastrar no PAB?
O melhor caminho para iniciar o ingresso no Programa Artesanato Brasileiro (PAB) é realizando um pré-cadastro no próprio site do programa. Para isso, o interessado precisa usar o sistema de autenticação do GOV.BR, o qual precisa estar regularizado.
Assim, a solicitação será analisada pela Coordenação Estadual de Artesanato (CEA) da sua localidade e, se aprovada, novas instruções de ingresso serão enviadas por e-mail ou pela área logada do sistema
É importante deixar claro que o pré-cadastro não garante a emissão da carteira nacional do artesão, pois ainda é necessário passar pelos testes de habilidades citados acima.
Conclusão
O Programa Artesanato Brasileiro é uma forma do governo federal impulsionar a atividade do artesão brasileiro através de capacitação, incentivos fiscais, acesso a crédito para financiamento de projetos, participação de feiras nacionais e internacionais, entre outros benefícios
Diante da transformação digital dos negócios e do aumento das vendas pela internet, esse nicho voltou a crescer novamente.Hoje, muitas mulheres produzem suas peças artesanais trabalhando em casa e usam suas próprias redes sociais, como instagram, facebook e whatsapp, e vendê-las.
A Telemedicina pode ser definida como a prestação de um serviço de saúde a distância, realizado por profissionais capacitados que usam tecnologias de informação e comunicação para o atendimento.
Desde o início da pandemia, a expressão tem sido amplamente utilizada e incorporada ao dia a dia das pessoas, trazendo uma nova perspectiva para os cuidados médicos.
O aumento da prestação de serviços de saúde na modalidade à distância permite que profissionais da área médica trabalhem remotamente, muitas vezes de suas próprias casas, o que oferece diversas vantagens, tanto para os profissionais quanto para os pacientes.
Você é da área da saúde e tem interesse em trabalhar remotamente? Então reserve um tempo para essa leitura, porque chegou o momento de descobrir tudo o que precisa sobre a atuação na Telemedicina!
Como é a atuação do profissional que atende em Telemedicina?
A Telemedicina é uma modalidade não presencial de atuação médica que aborda o monitoramento de pacientes e de exames, incluindo ainda a troca de informações com apoio da medicina tradicional.
Nessa modalidade, os profissionais podem acessar os dados de qualquer lugar do mundo por meio de dispositivos com acesso à Internet.
Tal forma de prestação de serviço é regulamentada e detalhada na resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de número 2.227/18, com atualização de novas formas de atendimento à distância no país.
Quais são os tipos de Telemedicina?
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De acordo com o CFM, a Telemedicina se divide em seis tipologias, cada qual com o seu foco no acompanhamento da saúde. Os tipos são:
Teleconsulta – realização de avaliações médicas, discussão de sintomas, orientações e emissão de prescrições quando necessário;
Teleinterconsulta – consiste na troca de informações entre profissionais da área médica, podendo ou não envolver a presença do paciente, visando fornecer apoio no diagnóstico ou no planejamento do tratamento, seja ele clínico ou cirúrgico.
Telediagnóstico – é a prática que envolve a transferência de gráficos, imagens e dados médicos, permitindo que especialistas emitam laudos e pareceres de forma remota.
Teleassistência – monitoramento dos sintomas do paciente para observar a evolução do tratamento e orientação familiar para realizar avaliação básica de saúde ou atendimento de emergência;
Telecirurgia – refere-se à execução de procedimentos cirúrgicos de forma remota, por meio de tecnologias interativas, com um médico realizando a operação e utilizando equipamentos robóticos em locais físicos separados.
Somado a isso, ainda podemos acrescentar a teleducação, que é a educação continuada para profissionais de saúde por meio de cursos online, webinars, videoconferências e outras ferramentas de ensino à distância.
Quais são as vantagens da Telemedicina?
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A Telemedicina proporciona uma série de vantagens na área da saúde, tanto para os profissionais quanto para os pacientes.
Para os profissionais de saúde, as vantagens são:
1. Flexibilidade – especialmente benéfico para médicos, enfermeiros e outros profissionais por conta da flexibilidade de horário, possibilitando criar um equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal;
2. Acesso a mais pacientes – os profissionais podem alcançar pacientes que estão em áreas rurais ou remotas, onde os serviços de saúde podem ser escassos;
3. Menos deslocamentos – trabalhar em casa elimina a necessidade de bater o ponto presencialmente no trabalho, o que gera economia de tempo e dinheiro;
4. Redução de estresse – alguns profissionais de saúde relatam que trabalhar em casa pode ser menos estressante do que trabalhar em um ambiente hospitalar, devido ao local mais controlado;
5. Oportunidades de especialização – a telemedicina permite que profissionais se especializem em áreas específicas, atendendo pacientes com necessidades únicas em todo o mundo.
Já para os pacientes, as vantagens são:
1. Acesso facilitado – pacientes podem ter acesso a cuidados médicos de alta qualidade sem sair de casa, especialmente aqueles com dificuldades de mobilidade ou em áreas geograficamente remotas;
2. Maior conveniência – mais flexibilidade para agendar compromissos, reduzindo o tempo de espera e evitando deslocamentos desnecessários;
3. Redução de custos – diminuição dos custos associados às visitas médicas, como deslocamentos e estacionamento;
4. Melhor gerenciamento de doenças crônicas – os pacientes podem ter um acompanhamento mais frequente e conveniente, o que é especialmente útil para pessoas com doenças crônicas que precisam monitorar regularmente sua saúde.
É importante ressaltar que, embora a telemedicina tenha suas vantagens, nem todas as áreas da saúde são adequadas para esse tipo de trabalho. Algumas especialidades exigem exames físicos ou intervenções cirúrgicas, o que torna a presença física indispensável.
Além disso, a regulamentação e a aceitação da telemedicina variam de país para país, e é essencial seguir as diretrizes e requisitos locais para trabalhar legalmente nessa área.
O que é necessário para exercer a Telemedicina?
Para que o profissional possa oferecer um atendimento adequado, é necessário seguir algumas etapas importantes. São elas:
Escolher uma plataforma de Telemedicina que tenha bons recursos de áudio e imagem;
Optar por softwares com armazenamento na nuvem e que dispensam instalações ou sincronizações de dispositivos;
Investir em um bom pacote de internet que garanta sua estabilidade e qualidade de som e imagem;
Testar o sistema no local do atendimento antes da consulta;
Tirar as dúvidas sobre os recursos do atendimento (algumas empresas de Telemedicina podem disponibilizar treinamento online e suporte para esclarecer possíveis questões);
Validar uma assinatura digital com base nas diretrizes da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).
Conclusão
Desde a pandemia, a Telemedicina vem se tornando uma modalidade da área da saúde cada vez mais vista, tendo um futuro promissor com o avançar da tecnologia e com o uso das inteligências artificiais.
A Telemedicina possibilita, de maneira remota, um atendimento amplo e interconectado ao oferecer serviços que vão além de uma simples consulta, tais como discussão de caso, relatório de diagnóstico, assistência médica, cirurgias e educação.
As vantagens são diversas, não só para os profissionais como para os pacientes também. Desses benefícios, a redução de custos e a flexibilidade são os principais.
Além da especialização na área médica, o profissional precisa cumprir etapas importantes antes de iniciar. Procurar uma empresa que forneça um software adequado e treinamento são primordiais.
Se você é um profissional da saúde interessado em trabalhar em casa por meio da Telemedicina, recomendamos pesquisar as regulamentações da sua região e buscar por oportunidades de emprego ou colaboração com plataformas já estabelecidas.
Com o aumento das ameaças cibernéticas e a crescente dependência da tecnologia, a procura por profissionais especializados em segurança da informação tem aumentado!
Nos dias de hoje, tornou-se essencial proteger os dados e os sistemas necessários para continuidade do negócio de ataques maliciosos, principalmente dos Ransomware, os quais os hackers criptografam todos os dados da empresa e só liberam mediante um resgate.
Com a transformação digital dos negócios e essa necessidade de estabelecer medidas rígidas de segurança nas empresas, a tendência é que surjam cada vez mais vagas no mercado de trabalho para este tipo de profissional.
Neste artigo, explicamos tudo sobre a carreira e o que você precisa para ingressar!
Quanto ganha um especialista em Segurança da Informação?
Segundo pesquisas realizadas pelo site Salário, um especialista em Segurança da Informação ganha, em média, R$6.300 reais, sendo um considerado um dos mais altos na área de tecnologia da informação.
Caso o profissional tenha certificações importantes de segurança da informação, o piso salarial pode ser ainda maior,podendo chegar ao teto de R$16.715,90.
A falta de profissional qualificado no mercado de trabalho e a alta procura por parte das empresas acabam gerando uma disputa que eleva o patamar de salário da categoria.
Muitas vagas home office no mercado
As atribuições do cargo de especialista em segurança da informação podem ser realizadas de forma totalmente remota e muitas empresas têm publicado vagas para trabalhar em casa!
Se porventura não for 100% home office, pelo menos há uma escala híbrida na equipe, onde há a necessidade de comparecer na empresa apenas 1 ou 2 dias na semana.
Além de ter um dos salários mais altos na área de TI, você ganhará uma qualidade de vida, a qual não tem preço!
Conhecimentos necessários
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Agora que você sabe todas as possibilidades que a área de segurança em TI pode lhe proporcionar, veja os principais conhecimentos necessários para ingressar na carreira:
1- Sistemas Operacionais
Os sistemas operacionais são os principais alvos dos hackers,logo os profissionais de segurança da informação precisam ter conhecimentos sólidos, principalmente o Windows, o qual 90% dos usuários comuns o utilizam.
Já o sistema operacional Linux é mais utilizado como servidores nas empresas fazendo função de servidor de arquivos, servidor web, backup, entre outras. Por fazer parte da estrutura crítica de TI, também é de suma importância conhecê-lo.
Além desses, podemos citar o MacOS, da Apple e aqueles instalados em dispositivos móveis, como o Android, IOS (Apple) e Windows Phone. Apesar de ter menos importância, é bom ter noções básicas, pelo menos.
2- Redes de Computadores
Os ataques cibernéticos são 99% das vezes feitos pela rede. Apesar de existir profissionais especializados nessa área de atuação, o especialista de segurança da informação precisa ter bons conhecimentos em redes de computadores.
Compreender os conceitos de redes, protocolos, roteamento, topologias e arquitetura é essencial para identificar e mitigar vulnerabilidades de segurança em infraestruturas de rede.
3 – Segurança em Aplicações
O profissional em segurança da informação precisa conhecer ferramentas para testar vulnerabilidades comuns em aplicações web e de software ,as quais podem se comunicar por serviços e portas do sistema operacional que geram oportunidades aos atacantes cibernéticos.
4 – Algoritmos de criptografia
Conhecer o funcionamento dos diferentes algoritmos de criptografia para entender qual o melhor a ser utilizado para cada tipo de situação também é imprescindível ao profissional de segurança da informação.
Entre os principais algoritmos podemos citar o 3DES, AES e o RSA. Compreender o assunto de geração de hash, como os algoritmos SHA-3, SHA-256 e MD5 também é um dos conhecimentos essenciais.
5 – Segurança em Banco de Dados
Entender como proteger bancos de dados contra acessos não autorizados e ataques é essencial, uma vez que eles geralmente contêm informações críticas para o negócio.
6 – ISO 27002 – Política de Segurança da Informação
A ISO 27002 estabelece diretrizes e princípios gerais para implementar uma política de segurança da informação na organização. Ela aborda boas práticas não só para disciplinar os usuários de TI, mas também para gerenciar sistemas críticos para o negócio.
Além de servir como base para analisar as conformidades da segurança na empresa, ela também pode ser utilizada para criar treinamentos de conscientização para funcionários, terceirizados e fornecedores estratégicos que prestam serviços à empresa.
Listamos os principais conhecimentos necessários, mas não se limitam a esses. Ao entrar em um curso na área de segurança da informação, certamente a grade curricular conterá mais disciplinas. Agora, vamos conhecer as instituições de ensino referência na área?
Cursos na área de Segurança da Informação
Para se ambientar às disciplinas de segurança da informação, recomendados que o aluno faça cursos livres para ter certeza de que quer seguir carreira na área.
Confira algumas dicas de escolas:
Senac
Essa escola possui um curso de Analista de Segurança da Informação com carga horária de 96 horas. O tempo é suficiente para ter noções básicas da área e decidir continuar estudando para essa carreira.
Udemy
A Udemy é uma escola de cursos online, onde diversos professores abordam o tema da segurança da informação. O interessante é o ótimo custo benefício, pois, com apenas R$34,90 você consegue se matricular em algum curso desse assunto na plataforma.
Faculdade FIAP
Se o seu interesse é um diploma de graduação na área de segurança da informação, a faculdade FIAP possui um curso tecnólogo de Defesa Cibernética com duração de apenas 2 anos.
Considerando o fato de já poder colocar um curso superior no currículo e a curta duração do curso, vale a pena analisar essa possibilidade.
Conclusão
A tendência da transformação digital dos negócios sem uma política de segurança madura para evitar perda de dados e ataques cibernéticos tem gerado uma procura muito grande por profissionais especializados em segurança da informação.
Essa alta demanda junto com a escassez de profissionais qualificados no mercado tem gerado uma disputa por “cerebros”, através de ofertas de altos salários.
Se você tem interesse em seguir essa carreira, só temos a dizer: siga em frente! Pois, estudando os conhecimentos necessários, as chances de conquistar uma vaga e ter sucesso é grande!
Um dos maiores desafios para quem busca a independência através do empreendedorismo é estabelecer os preços de seus produtos e serviços.
Essa é uma tarefa crítica, que deve ter a sua total atenção, tanto no planejamento inicial, quanto no dia a dia do negócio, devido às flutuações dos preços no mercado.
Nesse artigo, trouxemos algumas dicas interessantes para estabelecer um preço ideal sem abrir mão da qualidade, vamos lá?
Analisando todos os parâmetros necessários
Ao precificar seus produtos, é importante considerar diversos fatores para garantir que você esteja estabelecendo preços justos e que atendam às necessidades do seu negócio. Aqui estão alguns aspectos a serem considerados:
1- Custos de produção
Calcule todos os custos envolvidos na produção do item, como matéria-prima, mão de obra, embalagem, transporte, aluguel de espaço, entre outros. E muito importante: lembre-se de incluir todos os custos, diretos e indiretos!
2- Margem de lucro
Determine a margem de lucro desejada para o seu negócio. Isso dependerá dos seus objetivos, da concorrência e da demanda pelo produto. Lembre-se de incluir também uma parte do lucro para reinvestir no crescimento futuro.
3- Valor percebido pelo cliente
Avalie o valor que seu produto oferece aos clientes em comparação com os concorrentes. Considere características únicas, qualidade, marca, atendimento ao cliente e outros elementos que agregam valor e podem afetar a percepção de valor de seu produto ou serviço.
4- Análise de mercado
Pesquise o mercado para entender como seus concorrentes precificam produtos semelhantes. Isso ajudará a posicionar seus preços de forma competitiva e a evitar preços muito altos ou muito baixos.
5 – Efeitos sazonais
A sazonalidade diz respeito sobre a época em que há oscilação na procura por determinados produtos, o que afeta significativamente os seus preços.
Como exemplo, podemos citar os casacos de inverno, materiais escolares , fantasias de carnaval, protetor solar, entre outros.
No planejamento do negócio, é preciso levar em conta essa sazionalidade, tanto para precificar o produto, quanto para fazer a gestão de suas quantidades no estoque para que não haja prejuizos financeiros.
6 – Demanda e elasticidade
Produtos com alta elasticidade de demanda têm uma sensibilidade significativa aos preços, o que significa que pequenas variações nos preços podem levar a mudanças substanciais na quantidade demandada.
Por outro lado, os produtos com demanda inelástica têm uma resposta menos sensível aos preços, o que significa que as variações nos preços têm um impacto menor na quantidade demandada.
Detalhando a elasticidade
Quando um produto possui alta elasticidade de demanda, os consumidores tendem a ser mais sensíveis a mudanças de preço e podem reduzir sua procura quando os preços aumentam. Por outro lado, quando os preços diminuem a procura aumenta.
Nesses casos, você deve ter cautela ao aumentar os preços, pois isso pode resultar em uma queda significativa nas vendas. Em contrapartida, produtos com demanda inelástica são menos sensíveis a mudanças de preço, o que significa que os consumidores estão dispostos a pagar mais por esses produtos, e um aumento nos preços pode não afetar substancialmente a quantidade demandada.
Um bom exemplo de produtos com demanda elástica são os eletrônicos: os consumidores são sensíveis aos preços e, quando eles aumentam, podem adiar suas compras, procurar por promoções ou optar por modelos mais acessíveis.
Já produtos de luxo exclusivos podem ter demanda inelástica, pois são vistos como símbolos de status e prestígio, e os consumidores dispostos a comprá-los podem não se importar tanto com o aumento dos preços. Entre os produtos dessa categoria estão os carros esportivos de luxo, jóias de alta qualidade e bolsas de grife.
Some tudo e decida
Considere também em qual estágio do ciclo de vida seu produto se encontra. No lançamento, preços mais baixos podem ajudar a atrair clientes, enquanto em estágios posteriores, preços mais altos podem refletir a exclusividade ou a qualidade do produto.
Tudo isso afeta a flexibilidade que você irá adotar: pense se é possível oferecer diferentes níveis de preços para atender a segmentos específicos de mercado. Isso pode incluir descontos para compras em grande quantidade, pacotes promocionais ou preços diferenciados para clientes corporativos.
Com tudo isso em mente, decida qual estratégia de precificação é mais adequada para o seu negócio. Existem várias opções, como precificação baseada em valor percebido, precificação de penetração em mercados novos, entre outras. Todas essas teorias evidenciam que a precificação não é um processo estático.
O segredo é revisar e ajustar regularmente os preços com base nas mudanças do mercado, nos custos de produção e nas estratégias de negócio.
No emocionante mundo do day trade, a alavancagem é uma ferramenta frequentemente utilizada pelos traders para amplificar seus ganhos em operações de curto prazo.Entretanto, é uma estratégia que traz consigo um alto nível de risco.
Neste artigo, vamos explorar como ela é empregada no day trade, seus benefícios e as precauções essenciais para se tornar um operador de mercado financeiro bem-sucedido.
Vem comigo!
O que é day trade?
As operações day trade são ordens de curto prazo abertas e encerradas no mesmo dia. Quem utiliza esse tipo de estratégia geralmente opera o mercado de derivativos, onde são negociados contratos futuros, como o de dólar e mini índice.
Muitas corretoras também permitem fazer day trade de forma alavancada nas ações de maior liquidez do Ibovespa, como as da Vale, Petrobras e Itaú, por exemplo.
O papel da alavancagem no day trade
A alavancagem concedida pelas diversas corretoras disponíveis no mercado funciona como uma espécie de um “empréstimo” para que o trader consiga aumentar sua exposição no mercado, sendo exigido apenas um pequeno depósito em conta, com margem de garantia.
Assim, caso ele tenha uma estratégia vencedora e um bom gerenciamento de risco, consegue auferir ganhos maiores em suas operações.
Exemplo prático de alavancagem
Suponha que um trader tenha R$1.000 reais depositado na corretora para operar PETR4, cujo código é da ação da Petrobrás.Considere,para fins didáticos,que a cotação do papel está em R$50 reais no dia.
Sem a alavancagem, o saldo disponível só permitiria comprar 20 ações da empresa, sem contar os custos com corretagem e emolumentos.
Agora, com uma alavancagem multiplicando 100 vezes o saldo disponível na corretora , com o mesmo depósito seria possível comprar 2.000 papéis da PETR4.
Entendendo a margem de garantia
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A margem de garantia é exigida pelas corretoras como uma forma de proteção para elas mesmas e para os investidores. Ela é uma garantia de que o trader possui recursos suficientes para cobrir eventuais perdas caso o mercado se mova contra as posições abertas.
Se porventura o trader não zerar suas operações perdedoras antes que o saldo disponível acabe, o próprio mecanismo de proteção da corretora é acionado e ocorre a chamada zeragem compulsória.
Deixar isso acontecer é péssimo, pois é cobrado uma taxa extra por cada contrato ou ação zerado compulsoriamente. Por isso, é preciso ter um controle de risco bem definido para dosar a alavancagem correta a ser utilizada nas operações.
Benefícios da alavancagem no day trade
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Quando o trader está consistente, ou seja, com uma taxa acima de 60% de acerto em suas operações e controle de risco afinado, ele pode usufruir dos seguintes benefícios da alavancagem:
1 – Maior potencial de lucro
Uma operação sem alavancagem que o trader ganharia R$10 reais, por exemplo, aplicando uma alavancagem de 100x , o potencial de lucro aumentaria para R$1000 reais.
2 – Aproveitar pequenas oscilações do mercado
No day trade, o objetivo é lucrar com movimentos rápidos e pequenos no mercado. A alavancagem permite que o trader participe de movimentos menores, já que a exposição é maior.
Uma variação mais curta do mercado, que não valeria a pena entrar sem alavancagem, devido a baixa lucratividade, torna-se interessante quando esse recurso está disponível.
3 – Trabalhar o giro de mercado
A alavancagem permite que trader experientes explorem ao máximo uma tendência de mercado fazendo realizações parciais (lucro) no topo e voltando a comprar mais nas correções, no caso de tendências de alta. Quando o movimento é de baixa, o mesmo é feito na ordem inversa.
Riscos e desafios da alavancagem
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Confira agora uma lista das desvantagens ao se utilizar uma alavancagem demasiada ao se operar day trade:
1 – Perdas amplificadas
Assim como a alavancagem pode potencializar os ganhos, também pode amplificar as perdas. Uma pequena variação desfavorável no mercado com alavancagem máxima pode resultar em grandes prejuízos para a margem disponível.
2 – Risco de perda total do capital
Se uma operação alavancada se mover fortemente contra o trader, com uma notícias de alto impacto,por exemplo, ele pode perder todo o capital investido e ainda ficar com dívidas pendentes.
3 – Controle emocional durante a perda
As pessoas tendem a valorizar mais a perda do que o ganho, conforme estudos realizados pelo renomado psicólogo e economista Daniel Kahneman.
Na maior parte das vezes, operações perdedoras no day trade começam pequenas, mas o acesso a uma quantidade exagerada de margem levam ao trader a cometer o erro de “consertar” a operação fazendo o famoso preço médio,que consiste em comprar ou vender mais um ativo que está indo contra a posição.
Como já explicamos em outro artigo aqui no blog, esse método pode funcionar por dias,semanas ou até meses, porém, quando dá errado acaba levando todo o ganho realizado.
Essa aversão à perda e falta de disciplina para stopar operações foge à regra da técnica e passa a entrar na seara do mindset do trader, que também precisa estar alinhada.
Como utilizar a alavancagem de forma responsável?
Para ter sucesso no day trade se beneficiando da alavancagem para potencializar resultados, as seguintes premissas são necessárias:
1 – Investir em conhecimento
Antes de depositar dinheiro na corretora e operar alavancado, é imprescindível que um aspirante a trader busque conhecer como o mercado financeiro funciona, estudando fundamentos macroeconômicos, análise técnica ou estratégias de leitura de fluxo de ordens.
2 – Prática em conta de simulação
Hoje, os simuladores disponíveis em plataformas de day trade espelham as negociações em tempo real. Essa é uma ótima forma do trader iniciante se familiarizar com a dinâmica do mercado de uma maneira didática e prática.
Assim, é possível sentir os potenciais da alavancagem, tanto no ganho, como na perda, sem arriscar nem 1 real do capital. Outro ponto positivo é conhecer o funcionamento das ordens stop-gain e stop loss, principalmente a última que limita as perdas.
3 – Definir um plano de trading
Um plano de trading consiste em estabelecer regras rígidas de gerenciamento de risco definindo metas de ganhos e limites de perdas máximas.
Hoje, só não tem um bom gerenciamento de risco quem não quiser, pois as plataformas contam com mecanismos de trava quando os limites de perda são atingidos. Assim, o trader não consegue aumentar sua exposição e acaba sendo obrigado a zerar sua perda.
4 – Não usar alavancagem máxima em toda operação
O sentimento de ganância e soberba quando o trader está há muitas operações positivas podem levá-lo a negligenciar os riscos da alavancagem, abrindo operações alavancadas a todo momento, mesmo em dias que o mercado não está dando boas oportunidades.
Nesses dias que começam as operações com perdas pequenas, não aceitar em um primeiro momento, e acabam se tornando prejuízos fora do planejado.
Conclusão
A alavancagem tem papel crucial nas operações day trade, pois permite auferir lucros maiores com as pequenas oscilações do mercado, no entanto é preciso que o trader esteja em alta performance, tanto em conhecimento técnico, como estado psicológico para ter a disciplina de zerar operações potencialmente perdedoras.
Ao fazer uso consciente dessa ferramenta, de acordo com o capital disponível para operar e com uma estratégia pelo menos 60% vencedora, o day trader tem tudo para alcançar o sucesso nesse tipo de operação de curto prazo.
Espero ter agregado mais uma vez para o seu conhecimento no mercado financeiro!
O parto domiciliar planejado (PDP) tem crescido cada vez mais no Brasil por conta do conforto, bem-estar, respeito e segurança proporcionados para a mãe e o bebê.
Não é de hoje que as pessoas buscam tratamentos de saúde mais humanizados, e com a obstetrícia não é diferente. Por ser um momento muito delicado e sentimental, a humanidade precisa estar presente durante o parto.
Possui esse senso de humanização, respeito, tem afinidade com a área da saúde e, acima de tudo, com a obstetrícia e saúde da mulher?
Então este artigo é para você! Venha comigo na leitura para descobrir tudo sobre a profissão da ParteiraDomiciliar.
Atuação da Parteira Domiciliar.
As Parteiras são responsáveis por prestar assistência ao parto domiciliar e hospitalar de maneira humanizada. São elas as profissionais que possuem foco no cuidado das gestantes de risco habitual durante o pré-natal, trabalho de parto, parto e pós-parto.
De modo geral, as atribuições das Parteiras são:
Acompanhar a gestante desde o início da gestação, até mesmo nas consultas pré-natais;
Fazer o atendimento durante o parto e o pós-parto;
Assegurar uma assistência abrangente e humanizada, tanto para a mulher quanto para o recém-nascido;
Acompanhar todo o parto normal e fazer as intervenções necessárias.
Fazer o parto em casa, é seguro?
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O parto domiciliar planejado é tão seguro quanto o parto realizado em ambiente hospitalar. Para isso, existem alguns critérios que precisam ser levados em consideração para garantir maior segurança. São eles:
Profissionais com treinamento em urgência e emergência obstétrica e neonatal, além de ter o material adequado para o atendimento;
A gestante deverá ter baixo risco (quando não há patologias maternas ou fetais);
Monitorização constante de temperatura, pulso, pressão sanguínea e batimentos cardíacos do feto;
Ter transporte a prontidão (caso a família solicite para maior segurança) e tempo ideal estimado de 15 minutos até um centro hospitalar.
É importante ressaltar que a profissão é regulamentada pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) e que é fundamental seguir as normativas da profissão para garantir um atendimento plenamente seguro e de qualidade.
Qual a diferença entre a Parteira e a Doula?
Essa é uma dúvida ainda muito existente quando o assunto é parto domiciliar. Ambas as profissões auxiliam no momento do parto, porém de maneiras diferentes.
A doula é capacitada para dar apoio emocional, suporte físico e mental no momento do parto, tanto para a gestante quanto para a família, apoiando durante o pós-parto imediato e o puerpério.
Além disso, a profissional também promove informações para a transição da família com a chegada do bebê, orientando sobre essa nova fase.
Já a parteira é responsável por acompanhar a gestante desde o início da gestação até o pós-parto, oferecendo assistência integral e humanizada à mulher e ao recém-nascido, sendo capacitada para acompanhar e fazer as intervenções necessárias.
Parteira, Parteira Tradicional e Obstetriz são a mesma coisa?
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Podemos dizer que existe uma relação na forma de designar a profissão. Antigamente (e ainda hoje em pequenas comunidades e zonas rurais), para atuar na profissão não era necessário uma formação e certificação.
Tudo era aprendido e ensinado de geração para geração entre as mulheres. Essas parteiras são conhecidas como Tradicionais. Segundo o Ministério da Saúde, as Parteiras Tradicionais também prestam assistência antes, durante e após os partos.
A denominação ainda é atribuída às parteiras índias e quilombolas que atuam na assistência ao parto domiciliar, levando em consideração os saberes e as práticas tradicionais, tendo o reconhecimento da comunidade em que estão inseridas.
Já atualmente, contamos com parteiras que possuem formação e certificação, sendo elas chamadas, em algumas localidades, de Obstetrizes. Dessa maneira, o que diferencia as denominações é a formação.
Bom, agora que você já sabe tudo sobre a atuação e diferenciação das classes, venha comigo descobrir qual é o salário da profissão!
Qual é o salário da Parteira?
De acordo com o site Salário, em levantamento feito com dados do CAGED, a faixa salarial da Parteira fica entre R$ 1.424,00 e R$ 3.082,14, levando em conta profissionais em regime CLT.
Para as profissionais que trabalham como autônomas, o ganho é diferente. Segundo a plataforma de prestação de serviços GetNinjas, o custo da consulta de uma parteira pode variar de R$ 2.000,00 a R$ 8.000,00, dependendo da região e da experiência profissional.
Existe a possibilidade ainda da profissional oferecer pacotes de preços que incluam atendimentos desde o pré-natal até o nascimento. Dessa forma, o valor varia de acordo com as necessidades dos pais.
Visto o salário dessa belíssima profissão, chegou o momento de saber como se tornar uma Parteira Domiciliar. Continue na leitura e descubra abaixo!
Como se tornar uma Parteira Domiciliar?
Para se tornar uma Parteira, é fundamental passar por um curso de formação profissional. Há várias alternativas disponíveis, incluindo cursos técnicos, graduação e pós-graduação em Enfermagem Obstétrica.
Caso você queira saber mais a respeito e buscar sua profissionalização na área, indicamos a ComMadre, uma equipe composta por parteiras, médicas obstetras e pediatras que orientam, oferecem especializações e serviços de acompanhamento.
Além da formação, é muito importante investir em uma educação continuada para se manter atualizado sobre as tendências e novidades.
Para profissionais que já são da área de enfermagem, é necessário obter o registro no Conselho Regional de Enfermagem (COREN) do estado em que atua e garantir a especialização em enfermagem obstétrica.
Conclusão
Visando o maior conforto e bem-estar, tanto para a mãe quanto para o bebê, o parto natural e domiciliar planejado tem ganhado cada vez mais notoriedade.
Para que todo o processo de gestação e parto ocorra de maneira humanizada e respeitável, uma equipe específica deve ser composta e estar preparada para esse momento tão especial. A Parteira é uma das pessoas chave nesse momento.
A renda é satisfatória trabalhando como autônomo, ficando a cargo da profissional montar pacotes de acordo com as necessidades dos pais.
Existem diversos cursos para a profissionalização, e no que diz respeito a graduação, tem o curso de enfermagem com especialização em obstetrícia. Lembrando que é muito importante, em ambos os casos, buscar sempre atualizações para conhecer todas as novidades da área.