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Rodrigo Trajano

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Vamos de cocada? Um doce pelo qual todos nós temos alguma memória afetiva e que traduz nossa identidade nacional. De fato, a cocada é um dos doces mais populares em todo o território nacional, mesmo nos estados do Sul, onde o coco – seu ingrediente principal – não é nativo.

A extrema popularidade da cocada e suas inúmeras variações de sabores agregados tornam a sua venda um excelente negócio para você.

Confira a seguir algumas opções e receitas!

Primeiros passos

A primeira dica que vou dar aqui é a receita daquela cocada “clássica”, branca e crocante.  Mas antes de ir ao fogão, vamos lembrar da importância de algumas medidas básicas de higiene e boas práticas: 

  • Nunca manipule alimentos portando anéis  ou outros acessórios.
  • Lave bem as mãos com sabão neutro ou detergente.
  • Sempre use touca para os cabelos e avental.
  • Limpe toda a bancada antes e depois da preparação.

COCADA BRANCA

cocada branca

Ingredientes:

  • 2 xícaras 1/2 de açúcar;
  • 400 g de coco fresco ralado;
  • 1 xícara 1/2 de chá de água;
  • 1/4 de xícara de chá de leite condensado;
  • Óleo para untar.

Preparo:

Unte uma assadeira com óleo e reserve-a.Coloque a água e o açúcar numa panela e leve ao fogo médio. Cozinhe a calda até que fique em ponto de fio médio, de tal forma que,quando você pegar um pouco da calda com a colher,ela escorrer como um fio fino e contínuo.Em seguida, despeje o coco e mexa bem.

Acrescente o leite condensado e continue mexendo até que o fundo comece a desprender.Retire a cocada do fogo e com uma colher vá colocando na assadeira.

Para finalizar,deixe que a cocada endureça um pouco e depois retire da assadeira utilizando uma espátula. Aguarde esfriar totalmente e armazene em uma vasilha com tampa bem ajustada.

COCADA PRETA

cocada preta

Ingredientes:

  • 500g de coco fresco ralado; 
  • 500g de açúcar;
  • 1/2 xícara de água;
  • 1 colher de sopa de manteiga .

Preparo:

Da mesma maneira, pegue uma panela grande, misture o açúcar e a água. Leve ao fogo médio e deixe ferver até obter uma calda em ponto de fio médio.Em seguida, adicione o coco ralado e a manteiga à calda e misture bem.

Nessa receita, é necessário cozinhar a cocada em fogo médio e ficar mexendo constantemente para evitar que a mesma  grude no fundo da panela.Você irá perceber que a cocada ficará mais espessa e escura ao longo do cozimento.

O segredo está em cozinhar até encontrar o ponto da cocada que é quando você coloca um pouco em um prato untado e ela endurece! Depois disso, retire-a do fogo e despeje a mistura em uma superfície ou assadeira untada com óleo.

Aguarde a cocada esfriar completamente e, em seguida, corte em pedaços quadrados ou retangulares.Depois disso, é só armazenar em uma vasilha com tampa. Como a  durabilidade é de até 90 dias, dá tempo de zerar seu estoque de cocada antes do seu vencimento.

Você pode oferecer uma variedade de apresentações e sabores diferentes de cocadas, aumentando as suas opções de venda.  Além das cocadas brancas e pretas, tradicionais e crocantes, uma ótima opção para vender é a cocada cremosa.  Veja a receita abaixo:

COCADA CREMOSA NO POTINHO

Cocada Cremosa no Potinho
Imagem de Iuoman – Getty Images

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado;|
  • 1 vidro de leite de coco (200ml);
  • 1/2 xícara (chá) de açúcar;
  • 300g de coco ralado;
  • 2 colheres (sopa) de manteiga;
  • Coco ralado para polvilhar.

Preparo:

Em um recipiente, combine o leite condensado, o leite de coco, o açúcar, o coco ralado e a manteiga. Leve ao fogo médio e mexa constantemente até a mistura adquirir uma consistência mais espessa.

Depois desligue e deixe amornar,em seguida, distribua entre copinhos individuais e pronto! Leve à geladeira por 2 horas, depois polvilhe com coco ralado.

Uma outra dica é misturar frutas ou outros ingredientes na calda ainda quente para aumentar a sua oferta de sabores  e expandir seu público-alvo. Veja alguns sabores que ficam muito bons, tanto na versão dura quanto cremosa:

  • Morango
  • Maracujá
  • Goiaba
  • Abacaxi
  • Amendoim
  • Chocolate

Dicas para vender bem suas cocadas

Vender cocada pode ser uma atividade lucrativa, especialmente se você souber como divulgar e oferecer seu produto de forma atrativa para os clientes. Aqui estão algumas dicas para te ajudar a vender cocada com sucesso:

  1. Qualidade do produto: Certifique-se de que sua cocada seja feita com ingredientes frescos e de qualidade. Uma cocada saborosa e bem preparada é fundamental para atrair clientes fiéis.
  1. Variedade de sabores: Experimente oferecer diferentes sabores de cocada, como o tradicional, com amendoim, com castanhas, com frutas cristalizadas, entre outros. Isso aumentará o interesse dos clientes e poderá atrair diferentes gostos.
  1. Embalagem atraente: Invista em embalagens atraentes e bem apresentadas. Uma embalagem bonita e higiênica pode fazer toda a diferença na hora de atrair clientes e transmitir uma imagem profissional.
  1. Pontos de venda estratégicos: Escolha locais movimentados e estratégicos para vender suas cocadas, como feiras, eventos, praias, praças e outros lugares frequentados por um grande número de pessoas.
  1. Degustação: Se possível, ofereça degustações grátis para que os clientes possam provar o sabor da sua cocada. Isso ajuda a conquistar a confiança dos consumidores e aumenta as chances de compra.
  1. Marketing nas redes sociais: Utilize as redes sociais para divulgar o seu negócio. Crie perfis nas principais plataformas e compartilhe fotos atraentes das suas cocadas, depoimentos de clientes satisfeitos e informações sobre os pontos de venda.
  1. Parcerias: Estabeleça parcerias com cafeterias, lanchonetes, restaurantes ou qualquer outro estabelecimento que possa vender suas cocadas. Isso pode expandir a sua base de clientes e aumentar a visibilidade do produto.
  1. Brindes e promoções: Ofereça brindes ou faça promoções especiais para clientes fiéis. Isso pode incentivar a recompra e a divulgação boca a boca do seu negócio.
  1. Atendimento ao cliente: Ofereça um atendimento cordial e atencioso aos clientes. A simpatia no atendimento pode fazer com que os clientes se sintam mais à vontade para comprar suas cocadas.
  1. Cuidado com a higiene: Garanta que todo o processo de produção e manipulação das cocadas seja feito com cuidado e higiene. Isso é essencial para transmitir confiança e garantir a satisfação dos clientes.

Lembre-se sempre de estar atento às leis e regulamentações locais para a venda de alimentos. Com dedicação, qualidade e estratégia, você pode construir um negócio bem-sucedido de venda de cocadas!

Um pouco da história da cocada

Não há um consenso sobre sua origem, mas acredita-se que a cocada tenha surgido na Bahia, por volta do século XVIII, através dos escravos africanos trazidos para o país.

As escravas preparavam o doce para ser consumido durante suas reuniões noturnas de dança, como uma forma de esquecer o sofrimento por alguns momentos. 

O coco era ralado e adicionado a grandes panelas junto com uma calda que, inicialmente, era feita com açúcar mascavo, tornando as cocadas mais escuras.Com o passar do tempo, a receita da cocada foi se adaptando e incorporando novos ingredientes e variações, como as receitas já citadas.

Além do Brasil, a cocada também é conhecida em outros países latino-americanos, como Colômbia, Venezuela, Peru e México, onde também tem suas próprias versões regionais.

Chegou a hora de trabalhar!

Agora que você tem em mãos as principais receitas de cocada e dicas matadoras para iniciar o seu negócio, só basta entrar em ação e começar a cozinhar!

Espero ter ajudado mais uma vez a fazer da sua cozinha o seu negócio!

Até a próxima!

Atualmente, a Inteligência Artificial (IA) é um dos assuntos mais comentados, especificamente sobre a revolução causada em diversos setores.

Mas, afinal, você sabe o que é uma IA? Bom, de maneira resumida, esse tipo de inteligência se refere à capacidade de máquinas e sistemas de computador em realizarem tarefas que normalmente requerem inteligência humana.

Lidamos com IA a quase todo o momento. Como exemplo, temos os assistentes de voz em celulares, tais como a Siri da Apple e o Google Assistant do Android, ou até mesmo aplicativos como Waze, Google Maps e vários outros.

Dentre tantas áreas beneficiadas com essa inteligência, a medicina é uma delas. Sua implementação em diversas etapas dos cuidados em saúde mostra a grande importância dessa integração.

Continue comigo na leitura e descubra como a IA revoluciona a medicina!

Como a IA tem revolucionado a medicina?

A revolução da IA na medicina tem o potencial de transformar a maneira como os profissionais de saúde diagnosticam, tratam e gerenciam doenças.

Sua tecnologia é capaz de processar e analisar grandes quantidades de dados médicos de forma rápida e precisa, ajudando os profissionais a tomarem decisões mais informadas e personalizadas.

Algumas empresas já utilizam a IA para gerar relatórios médicos em poucos minutos, alcançando uma taxa de precisão aproximada de 70%.

Achou essa taxa baixa? Então saiba que é importante considerar que mesmo as equipes médicas mais experientes podem levar dias para conduzir uma análise semelhante, obtendo no máximo 60% de precisão.

Para que você tenha uma ideia geral da revolução da IA na medicina, selecionamos exemplos em que a tecnologia é utilizada. Confira abaixo!

Análise de imagens médicas e exames clínicos

Exame por inteligência artificial
Fonte: Imagem do site Freepik

A IA ajuda consideravelmente a identificar padrões, anomalias e informações relevantes que podem passar despercebidas aos olhos humanos.

Das formas de auxílio da IA nas análises, podemos listar:

  • Detecção de anomalias e lesões – identificação de tumores em radiografias, nódulos em ultrassonografias e manchas em exames de pele.
  • Seleção de estruturas – seleção de regiões de interesse, como órgãos em tomografias e ressonâncias magnéticas para facilitar a análise detalhada.
  • Quantificação e medição – determinação do tamanho de tumores, cálculos de volumes de órgãos e análise de fluxo sanguíneo.

Diagnóstico

Os algoritmos de IA são muito utilizados para auxiliar médicos no diagnóstico de diversas condições clínicas, atuando como ferramentas de suporte.

Das principais formas de auxílio nesta etapa médica, temos:

  • Triagem: seleção de exames médicos (como análise de eletrocardiogramas), permitindo que os médicos se concentrem em casos mais complexos.
  • Identificação de biomarcadores (indicadores de doenças): identificação por meio de análise de sangue ou urina, que indicam a presença ou progressão de doenças.
  • Análise de dados clínicos: análise de grandes volumes de registros eletrônicos, históricos médicos e outros dados para identificar padrões que influenciam nos diagnósticos.

Medicina de precisão

Análise de DNA - Inteligência Artificial (IA)
Fonte: Imagem do site Freepik

Por conta da sua capacidade de analisar grandes volumes de dados genéticos e clínicos, a IA gera ideias valiosas para o desenvolvimento da pesquisa médica, da medicina de precisão e de tratamentos personalizados.

Algumas das funções da IA para este segmento são:

  • Análise genética: identificação de variações, mutações e padrões em dados que ajudam a compreender a predisposição do paciente a doenças genéticas.
  • Diagnóstico de doenças raras: comparação de dados genéticos de pacientes com bancos de dados de variantes já conhecidas.
  • Seleção de terapias: com base em informações genéticas e clínicas, a IA pode sugerir terapias personalizadas e farmacológicas que se alinhem com as características do paciente, permitindo prescrições personalizadas.

Além disso, outra forma muito importante pela qual a IA pode ajudar, é na identificação antecipada de surtos de doenças tropicais.

Os algoritmos são capazes de examinar extensos conjuntos de informações de pacientes, correlacionando com elementos do ambiente.

Esse feito tem o potencial de auxiliar instituições e governos a adotarem medidas preventivas para conter a disseminação de doenças, como malária e dengue.

Com a IA na saúde, como fica a questão ética e de privacidade?

O uso de dados de pacientes aplicados em IA na área da saúde levanta várias questões éticas e de privacidade que precisam ser cuidadosamente consideradas e trabalhadas.

Eticamente, a regulamentação e aplicação da tecnologia deve ter como base alguns princípios, como transparência, responsabilidade, privacidade e equidade.

Sem eles, os dados podem ser treinados refletindo preconceitos e desigualdades da sociedade. Dessa maneira, as informações geradas pela IA podem resultar em diagnósticos ou tratamentos inadequados para determinados pacientes.

No que diz respeito à proteção de dados, no Brasil temos a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A LGPD estabelece diretrizes para coletar, armazenar e utilizar as informações pessoais, influenciando diretamente a aplicação da tecnologia.

Como por exemplo, se uma empresa emprega IA para a análise de informações, ela deve assegurar que a obtenção desses dados se dê por consentimento da pessoa a quem os dados pertencem, explicando que a utilização se limita aos objetivos já autorizados.

Conclusão

A aplicação da IA na medicina revoluciona a atuação de profissionais da saúde em diversas áreas e em diferentes contextos, desde a análise de exames até o diagnóstico e tratamento.

Por conta da sua alta capacidade de processar e analisar dados, a medicina se torna mais ágil e precisa, auxiliando os profissionais na tomada de decisão e na formulação de intervenções personalizadas para os pacientes.

Porém, é importante ressaltar que a IA não substitui a experiência e o julgamento clínico dos profissionais de saúde, mas sim atua como uma ferramenta de apoio valiosa. A colaboração entre médicos e IA pode melhorar a qualidade dos cuidados.

Para a implantação da inteligência, é necessário seguir princípios éticos a fim de não treinar erroneamente a IA e proporcionar diagnósticos ou tratamentos equivocados.  

Visando a privacidade, a tecnologia tem a supervisão da LGPD, que coloca as instituições como responsáveis pelo consentimento e segurança na obtenção de dados.

Caso você tenha interesse em saber mais sobre a temática ou conhecer na prática, recomendamos a leitura de artigos científicos e consultar um profissional que faça uso da IA em sua rotina.

O abandono de carrinho é um dos principais obstáculos enfrentados por empreendedores de e-commerce. Essa é uma métrica comum coletada pelas plataformas de lojas virtuais, que registram quando os clientes incluem produtos ao carrinho, mas não efetuam a compra.

Apesar da oportunidade de venda perdida nesse momento, com táticas adequadas, é possível convencê-los a voltar à página de vendas e tomar a decisão final de adquirir o produto almejado.

Neste artigo, discutiremos cinco estratégias eficazes para recuperar o abandono de carrinho!

Fica comigo!

1 – Anúncios de Remarketing

O retargeting, também conhecido como remarketing, é uma estratégia eficaz para manter a sua loja e produtos em destaque após o abandono de carrinho. 

Utilizando cookies e pixels de rastreamento,tanto do Google, como da Meta, você pode exibir anúncios personalizados para os visitantes em outros sites e redes sociais, como o Instagram e Facebook.

Dessa forma, é possível impactar o cliente novamente para derrubar possíveis objeções que o impediram de passar o cartão de crédito. Uma das medidas mais comuns é oferecer um desconto, vouchers para a próxima compra, cashback, entre outras.

2 – E-mails de Recuperação de Carrinho

Essa estratégia poderosa envolve o e-mail marketing, o qual é muito utilizado por grandes sites de e-commerce e traz resultados surpreendentes. O e-mail do visitante é coletado no momento do pagamento, logo, é possível concluir que ele pode se tornar um potencial cliente.

A melhor forma de trabalhar abandono de carrinho com essa estratégia, é através de plataformas automatizadas de e-mail marketing, a qual enviará  e-mails automáticos e pré moldados quando o cliente abandonar o pagamento dos produtos.

Confira uma lista das mais conhecidas do mercado:

É preciso pesquisar bastante antes de contratar uma plataforma de e-mail marketing, pois é preciso estudar se as ferramentas atendem às necessidades do seu e-commerce e, além disso, balancear o custo benefício dos planos oferecidos.

3 – Atendimento Proativo pelo Whatsapp

Para as lojas virtuais que coletam o telefone de contato no cadastro inicial antes de fechar a compra, o atendimento proativo através do Whatsapp é uma ótima forma de buscar entender o porquê o cliente abandonou o carrinho.

Esse segundo contato pode ser feito através de um atendimento humanizado ou de um chatbot com mensagens automáticas.O primeiro tem mais chances de interação com usuário, que poderá fornecer informações valiosas, tanto para efetivar a venda, como para melhorar a oferta para futuros clientes que visitarem a página.

Outro ponto forte do atendimento proativo é a recuperação de boletos, pois é muito comum os clientes deixarem de pagá-los devido à correria do dia a dia.Essa forma de lembrança pode recuperar oportunidades de vendas perdidas no seu e-commerce.

4 – Comunicação por SMS

Além de e-mails e mensagens pelo Whatsapp, considere utilizar comunicação por SMS para recuperar o abandono de carrinho.

Nessa estratégia, é possível enviar mensagens curtas e diretas para lembrar os clientes dos itens no carrinho e oferecer incentivos para finalizarem a compra.

Além do baixo custo de envio,o SMS tem altas taxas de abertura e pode ser uma maneira eficaz de alcançar os clientes em tempo real.

5 – Crie um Programa de Fidelidade

Oferecer um programa de fidelidade pode ser um incentivo adicional para trazer de volta os clientes que abandonaram o carrinho.

Ao oferecer pontos, descontos ou recompensas por compras futuras, você cria um estímulo para que os clientes retornem à sua loja e completem a compra.

Destaque os benefícios do programa de fidelidade em seus e-mails de recuperação de carrinho e páginas de checkout para aumentar a eficácia dessa estratégia.

Conclusão

O abandono de carrinho é um passo para uma venda realizada! Pois o cliente percorreu várias etapas de navegação da sua loja virtual antes de desistir da compra.

Não trabalhar estratégias de recuperação dessas vendas não realizadas fará com que seu e-commerce deixe muito “dinheiro na mesa” ou até não consiga se sustentar ao longo do tempo.

Recomendamos que também visite nossa seção de marketing digital para obter mais insights para promover seus produtos.

Espero ter ajudado!

Até a próxima!

Avaliar o desempenho da sua empresa nas redes sociais pode ser desafiador. Muitas vezes, as métricas utilizadas são superficiais e não refletem o verdadeiro impacto das suas ações. 

Neste post, vamos explorar as principais métricas e como interpretá-las de forma mais eficaz para melhorar o seu sucesso nas redes sociais.

Confira!

O que são métricas?

As métricas nas redes sociais podem ser definidas como estatísticas geradas pelos gerenciadores dessas mídias. Através delas, é possível avaliar o desempenho das campanhas de marketing de uma marca ou empresa no ambiente digital.

Com isso, o setor de marketing e a alta gestão podem identificar oportunidades de melhoria para tomada de decisão, como o aumento ou redução de orçamento para as campanhas, por exemplo.

Existem diferentes métricas que podem ser usadas nas redes sociais, dependendo dos objetivos específicos da marca ou empresa. No entanto, as mais comuns são as métricas de engajamento, alcance, tráfego, conversão, CTR e sentimento.

Outra métrica que costuma ser muito valorizada é o número de seguidores, no entanto, muitas vezes não passa de uma “métrica de vaidade”, pois nada adianta ter um perfil com centenas de seguidores se não há engajamento do público!

Quais são as principais métricas das redes sociais?

Estatísticas Redes Sociais
Fonte: Imagem do site Freepik

Como já foi dito anteriormente, existem diferentes formas de analisar a performance de suas contas nas redes sociais disponíveis atualmente. 

Para melhor aproveitamento das informações, é importante primeiro entender a diferença entre dados, métricas e KPI ‘s (Key Performance Indicators ou Indicadores Chaves de Desempenho).

Em termos simples, os dados são todos os números que podem ser observados,mas isolados não elucidam nenhuma informação.Já as métricas, por sua vez, são formadas a partir desses dados, seja de forma individual ou através do cruzamento entre eles, daí surgem informações úteis que permitem mensurar resultados.

As métricas consideradas indicadores chaves de desempenho (KPI) são aquelas que são críticas para o sucesso da campanha de marketing! Consegue imaginar alguma?

Podemos dizer que a taxa de conversão é uma KPI, pois ela representa a quantidade de vendas realizadas, ou seja, entrada de dinheiro em caixa para empresa!

Para ter boa performance nos indicadores considerados KPI, é preciso melhorar outras métricas secundárias, as quais apresentam várias visões específicas sobre a campanha que, quando juntadas, consolidam como está o seu desempenho.

Vamos entender cada uma delas:

1- Alcance e Impressões

O alcance é definido pela quantidade de pessoas que viram o conteúdo que você publicou.Já as impressões é o número de vezes que o conteúdo foi exibido na tela de um usuário na rede social.

O alcance te ajuda a identificar e entender como seus posts estão sendo distribuídos ao público.No tráfego orgânico, a distribuição do conteúdo depende muito do que o algoritmo da plataforma considera relevante aos usuários.

Por isso, é importante sempre estar de olho nessa métrica, e também observar os diferentes alcances de cada tipo de conteúdo em uma mesma rede social.Assim, o time de marketing poderá direcionar esforços para o que realmente está entregando.

Por exemplo, o gerenciador pode mostrar que conteúdos em vídeos teve maior alcance em relação a fotos e carrosséis no perfil da empresa.Isso dá um bom norte para o time criação empenhar mais a força de trabalho na produção de vídeos.

2 – Engajamento

Para a rede social continuar aumentando o alcance do post da empresa ao longo do tempo, é crucial que haja engajamento , o qual se trata de interações do público, como curtidas, comentários e compartilhamentos.

Você pode tanto obter o percentual de engajamento de um post específico, quanto o engajamento geral no seu perfil dentro de um determinado período de tempo, como, por exemplo, a taxa de engajamento nos últimos 10 dias. 

Nesse sentido, posts que geram mais interação são: 

  • Dicas,
  • Memes,
  • Perguntas,
  • Storytelling,
  • Vídeos rápidos (Reels),

Para resolver a queda no desempenho dessa métrica, é necessário reunir-se com o time de criação de conteúdo e fazer um brainstorm (tempestade de ideias) a fim de despertar a criatividade para conteúdos dignos de viralização.

3 – Conversão

Em linhas gerais, a conversão é um estágio final que se resume em uma ação específica executada pelo usuário quando interage com um post ou anúncio da empresa nas redes sociais.

Muito usada no contexto de vendas, a taxa de conversão nas redes sociais também pode ser uma métrica para medir a conquista de novos seguidores, a coleta de cadastro de e-mails (leads),fazer o download de um ebook, cliques em determinado link,etc.

4 – CTR Click Through Rate 

O CTR, ou apenas taxa de cliques, é a métrica utilizada para identificar a quantidade de pessoas que clicaram no link disponível no post. Normalmente, ele é usado quando temos o objetivo de gerar tráfego para outra mídia,por exemplo, um site.

Geralmente, ele é expresso em porcentagem, que nada mais é a divisão do número de cliques pelo número de impressões multiplicado por 100.

No contexto das redes sociais, a média de CTR gira em torno de 1%, no entanto, postagens populares e criativos de anúncios bem feitos superam os 3%. A missão do time de marketing é sempre melhorar o conteúdo atingir essa marca.

5 – Sentimento de marca

Seu engajamento pode estar alto, mas as interações que você anda recebendo são positivas ou negativas? O que as pessoas têm a dizer sobre seu negócio é bom ou ruim? 

O sentimento de marca geralmente indica a qualidade das interações que você tem no perfil da rede social, ou seja, se os conteúdos estão sendo bem aceitos e se estão agradando a sua audiência. Dessa forma, você consegue entender de que forma pode melhorar e aperfeiçoar seus conteúdos. 

A importância de ficar de olho nas métricas

De olho nas métricas das redes sociais
Fonte: Imagem do site Freepik

Ao trabalhar marketing digital nas redes sociais, o objetivo final das empresas é aumentar a métrica de conversão.No entanto, as métricas tratadas acima também precisam estar performando bem para ampliar esse número.

Fazendo uma analogia,funciona como um pisca-pisca de natal, onde uma lâmpada queimada faz com que as outras não acendam.Aplicando esse conceito ao contexto das métricas nas redes sociais, confira como um erro pode afetar todos os indicadores em cascata:

Caso 1 – Criativo do post ou anúncio ruim

  1. Criativo ruim prejudica a métrica de taxa de cliques (CTR),
  2. Poucos cliques geram menos visitas na página de captura ou vendas,
  3. Menos pessoas acessam o carrinho de compras do produto,
  4. Conclusão: escassez de vendas.

Caso 2 – Configuração do público alvo errado

  1. Nesse caso, a taxa de cliques também será baixa,
  2. Acesso de público frio na página de venda, ou seja, sem intenção de compra,
  3. Menos engajamento com o conteúdo (curtidas, comentários e compartilhamento).

Viu só como as métricas ajudam a identificar falhas e, por conseguinte, gera oportunidades de melhoria nas campanhas de marketing?

Geralmente,as métricas do dia-dia são acompanhadas de perto por um novo profissional que vem crescendo no mercado digital: O Social Media! 

Conclusão

Atualmente as redes sociais são importantes vitrines para muitos negócios, tanto para conquistar credibilidade, quanto para vender seus produtos e/ou serviços. Entender como tudo funciona nos “bastidores” é fundamental para conseguir identificar o que é mais adequado levar para as postagens e o que pode ser melhorado. 

Embora pareça difícil, com o tempo e bastante prática é possível sim aprender e fazer a análise e monitoramento das contas. Claro que não dispensa a ajuda de um profissional já qualificado e preparado para tal, mas, entender sozinho sobre as métricas já é de grande ajuda para seu negócio. 

Lembre-se de não se apegar a métricas de vaidade. Utilize boas ferramentas de análises e, se achar necessário, conte com a ajuda de um Social Media para te auxiliar.

Espero que tenha te ajudado a entender melhor sobre as funcionalidades de cada métrica e que isso te proporcione uma visão mais ampla do seu negócio. 

Até a próxima!

Montar um plano de trading com um bom gerenciamento de risco é uma das maiores dificuldades de quem opera no mercado financeiro fazendo day trade. Por vezes, até traçam algumas metas, mas não conseguem colocá-las em prática no mercado.

Estabelecer limites de perda e ganho é um assunto recorrente e que todo mundo já sabe! Mas já parou para analisar parâmetros fora do mercado que podem estar prejudicando a sua performance nas operações?

No artigo de hoje, você levará diversas dicas valiosas que lhe ajudarão a reformular o seu plano de trading e definir um gerenciamento de risco preciso..

Siga em frente comigo!

Risco sobre o patrimônio

A análise de risco deve começar com base no patrimônio, ou seja, quanto de capital disponível você reservará para fazer operações arrojadas no day trade.O ideal é que seja definido um percentual mensal entre 5% e 10%.

Por exemplo, se o day trader construiu um patrimônio de R$30 mil reais, muitas vezes conquistado de outras fontes de renda, a reserva desse valor para operações de risco ficaria entre R$1500 e R$3000.

Tendo ciência do percentual do patrimônio que está em risco, de certa forma, o conforto emocional será maior no dia a dia das operações, pois o valor financeiro foi planejado de cabeça fria fora do mercado. 

Desta forma, respeitar os limites do gerenciamento de risco não será um problema, desde que o trader também esteja disciplinado.

Solução para Day trader sem patrimônio

Existe um grande número de investidores que realizam day trade com margem apertada, e muitos deles utilizam um montante financeiro que não podem ou, de forma inconsciente, não estão dispostos a perder.

Alguns até conseguem grandes sequências de ganhos, porém, em dias ou semanas ruins, devolvem todo o lucro realizado pela não aceitação da perda do único patrimônio,o qual foi construído no mercado.

Neste caso, a melhor forma de operar day trade com a consciência tranquila é através de uma mesa proprietária, a qual oferece seu capital para operadores consistentes, sem a necessidade de cobrir margens em caso de perdas. Se essa oportunidade lhe interessou, leia outro artigo aqui no blog!

Definição de limites mensais

Uma vez definido o valor reservado do patrimônio para fazer day trade, é hora de montar o plano de trading estabelecendo os limites financeiros mensais, como meta de ganho e limite de perda, no entanto é preciso esclarecer que é preciso flexibilidade no cumprimento delas, conforme a volatilidade do mercado.

Considerando um risco mensal de 10% sobre o patrimônio, conforme explicado no tópico anterior, o retorno mínimo aceitável dentro de um mês é de 10% também, ou seja, 1 para 1. Se o trader conseguir performar bem e aumentá-lo para 15% ou 20%, sem aumentar seu risco, será melhor ainda!

Voltando ao exemplo do Day Trader com um patrimônio de R$30 mil, ao arriscar R$3 mil (10%), ele deverá buscar, no mínimo, mais R$3 mil de retorno (10%) para valer a pena o risco.

Também é preciso aceitar a ideia de que daytrade é uma renda variável, logo poderá ocorrer meses abaixo da meta ou até negativos.O segredo aqui é buscar a melhoria contínua, corrigindo erros e ampliando os acertos para voltar a performar bem no mercado.

Definição de limites diários

Gerenciamento de Risco
Fonte: Imagem do site Freepik

Alinhar a meta diária, conforme a volatilidade que o mercado está apresentando no dia é uma das maiores dificuldades dos Day traders. Parar de operar no limite financeiro conquistado com o mercado dando mais “oportunidades” é uma dor muito grande.

Nesses momentos ocorrem aquelas operações que dão errado e, devido ao emocional abalado e a não aceitação de perder a meta, acabam levando todo financeiro realizado e mais um pouco.

A melhor forma de resolver isso é flexibilizar a meta diária em 3 níveis a seguir:

Metas para dias neutros

Considera um dia neutro aqueles em que não há indicadores relevantes que motivem o mercado a gerar tendência para algum lado. Geralmente, ele fica formando topos e fundos aleatórios no formato de lateralidade.

Esses são dias extremamente difíceis de operar e buscar uma meta financeira alta pode aumentar sua exposição ao risco, caso a operação dê errado.Em dias neutros, o ideal é fazer menos operações buscando algo em torno de 50% da meta padrão.

Meta para dias de indicadores econômicos

Os dias em que indicadores econômicos são publicados costumam gerar uma boa volatilidade e tendência para algum lado, principalmente quando são dos Estados Unidos. Entre eles podemos citar o payroll (dados de emprego), indicadores de inflação, produção industrial, entre outros.

Nesses dias,a clareza do contexto facilita o Day trader, com conhecimento, a buscar a meta financeira padrão definida no seu plano de trading. 

Aqui, não há problema em exceder um pouco o limite de ganho para aproveitar a boa oportunidade, principalmente se os indicadores vierem muito ruins em relação às expectativas do mercado.

No entanto,é preciso que seja respeitado o drawdown máximo em relação ao ganho, caso as operações seguidas deem errado.

Exemplificando drawdown:

Quando um trader atinge um ganho de R$1000 reais e tem planejado um drawdown máximo de 30%, isso quer dizer que ele não pode perder mais de 300 reais da meta.

Essa é uma ótima forma do Day Trader não entrar numa espiral negativa e devolver todo o ganho conquistado e, em alguns casos críticos, acabar stopando o dia.

Meta para dias de Breaking News

São raros os dias em que o mercado gera uma volatilidade muito fora da curva, mas quando ocorrem, torna-se uma oportunidade de conquistar de 2 a 3 metas padrão do plano de trading.

Dentro desse contexto, podemos citar o dia do anúncio da dívida de mais de 50 bilhões das Lojas Americanas, em Maio de 2023, que derrubou o valor das ações em 77,42% num único dia.

Outro exemplo foi o “Joesley Day”, em 17/05/2017,o qual foi o dia do vazamento de conversas entre Michel Temer,o então presidente na época, e o empresário Joesley Batista tramando uma crise política para boicotar a reforma da previdência.

Nesse dia, tanto o dólar, quanto o índice bovespa variaram mais de 9%, muito além da média diária, que gira em torno de 1,5%. Sabendo do contexto,quantas metas daria para bater nesse dia hein?

Estipulando a meta financeira diária

Para o trader  bater uma meta de R$3 mil no mês (conforme o exemplo), a média de ganhos diários, considerando 22 pregões, precisará ser de R$136 reais, aproximadamente. No entanto, essa métrica deve ser apenas uma referência, pois, estabelecer valores fixos em renda variável não funciona!

O que vai ajudar o trader na conquista da meta mensal é a flexibilização da meta diária,conforme descrito no tópico anterior, pois, assim ele conseguirá compensar dias ruins em dias bons no mercado.

Definição de stop gain e stop loss

Toda plataforma de day trade é possível definir os parâmetros de stop gain (meta de ganho) e stop loss (limite de perda) de forma fixa, no entanto, o ideal é que sejam sempre revisados conforme a estratégia do trader e a volatilidade do mercado.

Em dias de notícias e indicadores importantes podem ocorrer as famosas “violinadas” que é quando o mercado está volátil de tal forma que acaba atingindo stop loss muito curto para esse tipo de contexto.

Aqui, o trader precisa saber a seguinte equação: Quanto maior a volatilidade deve-se usar menos contratos e estipular alvos mais longos e vice-versa.

Definição de margem e alavancagem

Muitas corretoras exigem margens muito pequenas para operar day trade no mercado financeiro.Por exemplo, a Toro exige apenas R$100 para Mini Índice e R$150 para Mini Dólar para operar 1 contrato, permitindo ao trader fazer uso da alavancagem.

Como boa prática, o ideal é que seja depositado apenas o valor que corresponde ao limite de perda diária no plano de trading. Assim, caso o trader não consiga stoapar a operação, seja por problemas emocionais, ou problemas técnicos, a própria corretora não deixará exceder esse valor ao acionar a zeragem compulsória.

Limite de operações

Homem segurando uma placa de STOP
Fonte: Imagem do site Freepik

Quanto mais o trader se expõe ao mercado abrindo operações, maior serão as chances de perda. Aqui, a frase “menos é mais” faz muito sentido, pois o trader irá mitigar o seu risco e aproveitará as melhores oportunidades ao operar com essa filosofia.

Caso o trader venha a perder 3 operações seguidas, o ideal é analisar novamente o contexto do mercado para avaliar se realmente vale a pena continuar operando. De repente, o dia está neutro e com poucas oportunidades, as quais não vale o risco de aproveitar.

Quanto às operações positivas, não bater a meta com 7 a 10 operações também pode significar que o mercado “não está para peixe”, levando a um esforço e risco muito maior para bater a meta padrão. Nesse caso, o ideal é aceitar encerrar o dia abaixo da meta, pois pode ser facilmente compensado em um dia bom.

Tenha uma estratégia vencedora

Para que um gerenciamento de risco seja positivo, é preciso que o trader estude e coloque em prática uma estratégia com no mínimo 60% de acerto, que proporcione um risco retorno de pelo menos 1 para 1, ou seja, se perder R$100 reais, deve ganhar R$100 reais.

Nesse cenário, caso o trader venha a fazer 100 operações no mês, sendo 60 positivas (60%) e 40 negativas (40%), o saldo líquido será de R$2000 reais de lucro.

Por mais que a taxa de acerto seja baixa no começo, perder menos e ganhar mais já torna a estratégia vencedora.

Tenha disciplina e controle emocional

Homem com emocional abalado por ter prejuízos no Day Trade
Fonte: Imagem do site Freepik

A parte comportamental é elemento chave para o seu gerenciamento de risco dar certo. De nada adianta colocar todo o seu plano de trading numa planilha de excel e não seguí-lo.

Tentar consertar dias ruins e voltar no dia seguinte querendo recuperar o que perdeu só te colocará numa espiral negativa de perda que pode durar semanas ou até quando sobrar capital para operar.

Para auxiliar o seu gerenciamento de risco, utilize mecanismos de travas das plataformas de day trading para não permitir a abertura de novas operações quando os mesmos forem atingidos.

Cuidado com as sequência de ganhos

Uma sequência de dias, semanas ou meses sem perder no mercado financeiro pode criar uma sensação de que você se tornou “bom o bastante” para dominá-lo. 

Esse tipo de sentimento faz com que o trader “escorregue na disciplina” no seu gerenciamento e cometa erros que podem culminar em grandes perdas conquistadas. Um bom exemplo é ficar corrigindo operações perdedoras fazendo preço médio.

Explicando preço médio

Também chamado de preço “mérdio”, esse é o tipo de operação que trader atua contra a tendência comprando mais com o mercado caindo ou vendendo mais com o mercado subindo acreditando que suas convicções de análise estão certas e o mercado uma hora virá ao seu favor.

Muitas vezes costuma dar certo dando a sensação de que “o trader nunca erra”, mas o dia que a operação dá errado, acaba levando todo o lucro realizado com essa conduta indevida.

Ligando os pontos

Diante do exposto,fica evidente que um bom gerenciamento de risco no day trade é essencial para o sucesso e a sustentabilidade das operações no mercado financeiro.

Iniciar o planejamento a partir da análise do patrimônio disponível e definir um percentual adequado para arriscar em cada operação são etapas cruciais.

Ao estabelecer metas mensais e diárias, o day trader tem uma referência clara do que busca alcançar, considerando a volatilidade do mercado e sendo flexível para ajustar as estratégias conforme o contexto do dia. 

A utilização de alavancagem e margens exige cautela, e o depósito de um valor correspondente ao limite diário de perda é uma prática inteligente para evitar perdas maiores do que o planejado.

Reduzir a quantidade de operações e ter uma estratégia vencedora, com uma taxa de acerto razoável e um risco retorno favorável, também são pilares para o sucesso no day trade.

Lembre sempre que, para o plano de trading dar certo, é essencial que o trader tenha disciplina de segui-lo à risca e controle emocional no dia a dia das operações.

Unido a todos esses elementos, o trader estará mais preparado para enfrentar os desafios do mercado financeiro, construindo um gerenciamento de risco sólido que proporcione bons resultados de longo prazo.

Espero que essas dicas contribuam para a reformulação do seu plano de trading!

Até a próxima!

Lançar um e-commerce tem sido muito fácil nos dias de hoje com as diversas soluções de loja virtual existentes no mercado, no entanto, muitos empreendedores estão colocando seu negócio online para funcionar em poucos dias sem estar em conformidade com as legislações pertinentes.

O artigo de hoje veio para alertar empreendedores que pretendem iniciar seu negócio digital ou aqueles que já estão realizando vendas online. Confira abaixo, as principais leis que podem afetar o funcionamento do seu e-commerce!

1 – Regulamentação do Comércio Eletrônico

A lei federal nº 7.962, de março de 2013, foi criada para estabelecer regras para contratação por meio do comércio eletrônico. 

De modo geral, essa legislação disciplina que o site do e-commerce deve ter informações claras a respeito do produto, serviço ou fornecedor. Além disso, o consumidor deve ter o atendimento facilitado e o direito de arrependimento da compra respeitado.

A lei também determina a identificação do nome empresarial e do fornecedor no cadastro nacional de pessoas físicas ou jurídicas (CPF ou CNPJ), bem como o endereço físico e eletrônico e demais informações necessárias para localização e contato.

Ainda sobre os produtos, a lei exige que esteja incluso na descrição os possíveis riscos à saúde e a segurança dos consumidores, além da discriminação de qualquer despesa adicional no preço, por exemplo, acessórios ou seguros.

Por fim, o fornecedor não pode dificultar o exercício do direito de arrependimento do consumidor devendo informar, de forma clara, os meios para fazer a devolução do produto, assim como efetuar o devido estorno do pagamento.

2 – Código de Defesa do Consumidor

Embora o Código de Defesa do Consumidor (CDC) não tenha sido atualizado exclusivamente para abordar questões específicas do comércio eletrônico, muitas das suas disposições são aplicáveis ao ambiente digital, considerando que as regras gerais de proteção ao consumidor se estendem às compras realizadas pela Internet.

Entre as principais regras da legislação, a que mais gera reclamação é o direito de cancelamento da compra dentro do prazo de 7 dias. Nesse processo, a logística do empreendedor deve estar preparada para atender a demanda de devolução da mercadoria e o financeiro alinhado para prover o estorno do pagamento ao cliente.

3 – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

A LGPD é uma legislação relativamente nova, publicada no ano de 2018, que regulamenta o tratamento de dados pessoais por parte de empresas e organizações. Ela estabelece regras para a coleta, armazenamento, processamento e compartilhamento de dados pessoais de clientes, funcionários e parceiros comerciais.

Ela também estabelece penalidades e indenizações em caso de violação de dados, que gerem dano patrimonial, moral, individual ou coletivo a terceiros. O controlador de dados, no caso, o proprietário do e-commerce pode levar desde uma simples advertência até a proibição parcial ou total  do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.

Diante disso,o e-commerce deve se adequar às exigências da LGPD para garantir a privacidade e a segurança dos dados dos usuários e evitar a suspensão das suas atividades por conta de um vazamento de dados.

4 – Lei da transparência dos impostos

A lei federal nº 12.741 determina que as notas fiscais emitidas ao consumidor devem contemplar a descrição clara dos impostos incidentes sobre as mercadorias e serviços. 

Entre os parágrafos da legislação ainda consta que a informação poderá constar em painel afixado em local visível em estabelecimentos ou por qualquer meio eletrônico. Apesar disso, a palavra “poderá” abre margem para interpretação de que a medida é opcional. Por isso, tal informação não é encontrada nas páginas de vendas de e-commerce pela internet.

Para ficar em conformidade com essa legislação, o ideal é que o empreendimento online contrate um serviço de nota fiscal que contemple as exigências da lei. Assim, será uma preocupação a menos para fazer a gestão do e-commerce.

Hora de ajustar as conformidades

Auditoria do site para verificar conformidades da nova lei do e-commerce
Fonte: Imagem do site Freepik

Agora  que você já sabe que lançar um e-commerce na internet é muito mais que assinar um plano de loja virtual e colocar os produtos rapidamente à venda, chegou a hora de fazer uma auditoria completa no seu negócio online para ficar em conformidade com as legislações citadas neste artigo.

Para você, que ainda está pleiteando abrir o seu e-commerce, já fica as dicas para iniciar o seu negócio na internet dentro das normas regulamentadoras.

Espero que este alerta tenha lhe ajudado.

Até a próxima!

O Programa Artesanato Brasileiro (PAB) é uma ação social do governo federal que tem como principal objetivo a coordenação e desenvolvimento de atividades que visem a valorização do artesão brasileiro.

Nesse sentido, o programa coordena ações de capacitação, gera oportunidades de emprego e renda e busca preservar as culturas locais.Para se ter uma noção da grandeza do programa, o PAB atende desde o pequeno artesão profissional, até grandes associações e sindicatos desse nicho de mercado.

Nesse artigo, vamos detalhar o funcionamento do programa e os principais benefícios ao ingressar!

Continua comigo!

1º Emissão da Carteira Nacional do Artesão

Carteira Nacional do Artesão
Imagem de do site Artesanato Gaúcho.

Para ter acesso às políticas públicas do Programa Artesanato Brasileiro, primeiramente o artesão interessado precisa preencher um cadastro no SICAB (Sistema de Informações do Cadastro do Artesanato Brasileiro), o qual emitirá a carteira nacional do artesão.

Com isso, o artesão poderá gozar dos seguintes benefícios do programa:

  • Participação em feiras de artesanato nacionais e internacionais
  • Participação em oficinas e cursos de artesanato
  • Acesso a incentivos fiscais
  • Isenção do imposto ICMS para comercializar seus produtos
  • Facilidade no acesso ao microcrédito para microempreendedores
  • Possibilidade de emissão de nota fiscal eletrônica (e-NFA)
  • Possibilidade de contribuir para previdência como autônomo

Requisitos para emissão da carteira

Para emitir a carteira nacional do artesão, o interessado precisa preencher todos os critérios a seguir:

  • Residir no estado onde foi solicitado o registro
  • Idade igual ou superior a 16 anos
  • Apresentar cópia de documento oficial com foto, CPF, comprovante de residência.
  • Cópia do PIS/ PASEP, caso tenha
  • 1 foto 3×4

Teste de habilidade

Mulher produzindo peça de crochê
Fonte: Imagem do site Freepik

Além da documentação, o artesão terá que provar suas habilidades submetendo suas peças artesanais para avaliação de funcionários do programa, os quais são especializados em artesanato.

Para cada peça a ser cadastrada no programa, é necessário fazer o envio para validação. Para facilitar o entendimento, segue um exemplo:

Dona Maria é apaixonada por crochê, mas também trabalha com sabonetes artesanais para diversificar os produtos no seu ateliê. Para cadastrar os dois produtos no PAB, ela terá que elaborar uma peça de crochê e um sabonete artesanal para validação no programa.

Como se cadastrar no PAB?

O melhor caminho para iniciar o ingresso no Programa Artesanato Brasileiro (PAB) é realizando um pré-cadastro no próprio site do programa. Para isso, o interessado precisa usar o sistema de autenticação do GOV.BR, o qual precisa estar regularizado.

Assim, a solicitação será analisada pela Coordenação Estadual de Artesanato (CEA) da sua localidade e, se aprovada, novas instruções de ingresso serão enviadas por e-mail ou pela área logada do sistema

É importante deixar claro que o pré-cadastro não garante a emissão da carteira nacional do artesão, pois ainda é necessário passar pelos testes de habilidades citados acima.

Conclusão

O Programa Artesanato Brasileiro é uma forma do governo federal impulsionar a atividade do artesão brasileiro através de capacitação, incentivos fiscais, acesso a crédito para financiamento de projetos, participação de feiras nacionais e internacionais, entre outros benefícios

Graças a esses incentivos, o artesanato brasileiro é um setor que movimenta 100 bilhões de reais por ano na economia e corresponde aproximadamente a 3% do PIB do país.

Diante da transformação digital dos negócios e do aumento das vendas pela internet, esse nicho voltou a crescer novamente.Hoje, muitas mulheres produzem suas peças artesanais trabalhando em casa e usam suas próprias redes sociais, como instagram, facebook e whatsapp, e vendê-las.

Se você tem interesse em trabalhar com artesanato em casa e se beneficiar desse programa do governo, não deixe de realizar o seu cadastro e siga todas as nossas dicas na nossa seção de artesanato.

A Telemedicina pode ser definida como a prestação de um serviço de saúde a distância, realizado por profissionais capacitados que usam tecnologias de informação e comunicação para o atendimento.

Desde o início da pandemia, a expressão tem sido amplamente utilizada e incorporada ao dia a dia das pessoas, trazendo uma nova perspectiva para os cuidados médicos.

O aumento da prestação de serviços de saúde na modalidade à distância permite que profissionais da área médica trabalhem remotamente, muitas vezes de suas próprias casas, o que oferece diversas vantagens, tanto para os profissionais quanto para os pacientes.

Você é da área da saúde e tem interesse em trabalhar remotamente? Então reserve um tempo para essa leitura, porque chegou o momento de descobrir tudo o que precisa sobre a atuação na Telemedicina!

Como é a atuação do profissional que atende em Telemedicina?

A Telemedicina é uma modalidade não presencial de atuação médica que aborda o monitoramento de pacientes e de exames, incluindo ainda a troca de informações com apoio da medicina tradicional.

Nessa modalidade, os profissionais podem acessar os dados de qualquer lugar do mundo por meio de dispositivos com acesso à Internet. 

Tal forma de prestação de serviço é regulamentada e detalhada na resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de número 2.227/18, com atualização de novas formas de atendimento à distância no país.

Quais são os tipos de Telemedicina?

Fonte: Imagem do site Freepik

De acordo com o CFM, a Telemedicina se divide em seis tipologias, cada qual com o seu foco no acompanhamento da saúde. Os tipos são:

  • Teleconsulta – realização de avaliações médicas, discussão de sintomas, orientações e emissão de prescrições quando necessário;
  • Teleinterconsulta – consiste na troca de informações entre profissionais da área médica, podendo ou não envolver a presença do paciente, visando fornecer apoio no diagnóstico ou no planejamento do tratamento, seja ele clínico ou cirúrgico.
  • Telediagnóstico – é a prática que envolve a transferência de gráficos, imagens e dados médicos, permitindo que especialistas emitam laudos e pareceres de forma remota.
  • Teleassistência – monitoramento dos sintomas do paciente para observar a evolução do tratamento e orientação familiar para realizar avaliação básica de saúde ou atendimento de emergência;
  • Telecirurgia – refere-se à execução de procedimentos cirúrgicos de forma remota, por meio de tecnologias interativas, com um médico realizando a operação e utilizando equipamentos robóticos em locais físicos separados.

Somado a isso, ainda podemos acrescentar a teleducação, que é a educação continuada para profissionais de saúde por meio de cursos online, webinars, videoconferências e outras ferramentas de ensino à distância.

Quais são as vantagens da Telemedicina?

Consulta de telemedicina
Fonte: Imagem do site Freepik

A Telemedicina proporciona uma série de vantagens na área da saúde, tanto para os profissionais quanto para os pacientes.

Para os profissionais de saúde, as vantagens são:

1.    Flexibilidade – especialmente benéfico para médicos, enfermeiros e outros profissionais por conta da flexibilidade de horário, possibilitando criar um equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal;

2.     Acesso a mais pacientes – os profissionais podem alcançar pacientes que estão em áreas rurais ou remotas, onde os serviços de saúde podem ser escassos;

3.     Menos deslocamentos – trabalhar em casa elimina a necessidade de  bater o ponto presencialmente no trabalho, o que gera economia de tempo e dinheiro;

4.     Redução de estresse – alguns profissionais de saúde relatam que trabalhar em casa pode ser menos estressante do que trabalhar em um ambiente hospitalar, devido ao local mais controlado;

5.     Oportunidades de especialização – a telemedicina permite que profissionais se especializem em áreas específicas, atendendo pacientes com necessidades únicas em todo o mundo.

Já para os pacientes, as vantagens são:

1.    Acesso facilitado – pacientes podem ter acesso a cuidados médicos de alta qualidade sem sair de casa, especialmente aqueles com dificuldades de mobilidade ou em áreas geograficamente remotas;

2.    Maior conveniência – mais flexibilidade para agendar compromissos, reduzindo o tempo de espera e evitando deslocamentos desnecessários;

3. Redução de custos – diminuição dos custos associados às visitas médicas, como deslocamentos e estacionamento;

4.    Melhor gerenciamento de doenças crônicas – os pacientes podem ter um acompanhamento mais frequente e conveniente, o que é especialmente útil para pessoas com doenças crônicas que precisam monitorar regularmente sua saúde.

É importante ressaltar que, embora a telemedicina tenha suas vantagens, nem todas as áreas da saúde são adequadas para esse tipo de trabalho. Algumas especialidades exigem exames físicos ou intervenções cirúrgicas, o que torna a presença física indispensável.

Além disso, a regulamentação e a aceitação da telemedicina variam de país para país, e é essencial seguir as diretrizes e requisitos locais para trabalhar legalmente nessa área.

O que é necessário para exercer a Telemedicina? 

Para que o profissional possa oferecer um atendimento adequado, é necessário seguir algumas etapas importantes. São elas:

  • Escolher uma plataforma de Telemedicina que tenha bons recursos de áudio e imagem;
  • Optar por softwares com armazenamento na nuvem e que dispensam instalações ou sincronizações de dispositivos;
  • Investir em um bom pacote de internet que garanta sua estabilidade e qualidade de som e imagem;
  • Testar o sistema no local do atendimento antes da consulta;
  • Tirar as dúvidas sobre os recursos do atendimento (algumas empresas de Telemedicina podem disponibilizar treinamento online e suporte para esclarecer possíveis questões);
  • Validar uma assinatura digital com base nas diretrizes da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). 

Conclusão

Desde a pandemia, a Telemedicina vem se tornando uma modalidade da área da saúde cada vez mais vista, tendo um futuro promissor com o avançar da tecnologia e com o uso das inteligências artificiais.

A Telemedicina possibilita, de maneira remota, um atendimento amplo e interconectado ao oferecer serviços que vão além de uma simples consulta, tais como discussão de caso, relatório de diagnóstico, assistência médica, cirurgias e educação.

As vantagens são diversas, não só para os profissionais como para os pacientes também. Desses benefícios, a redução de custos e a flexibilidade são os principais.

Além da especialização na área médica, o profissional precisa cumprir etapas importantes antes de iniciar. Procurar uma empresa que forneça um software adequado e treinamento são primordiais.

Se você é um profissional da saúde interessado em trabalhar em casa por meio da Telemedicina, recomendamos pesquisar as regulamentações da sua região e buscar por oportunidades de emprego ou colaboração com plataformas já estabelecidas.

Com o aumento das ameaças cibernéticas e a crescente dependência da tecnologia, a procura por profissionais especializados em segurança da informação tem aumentado!

Nos dias de hoje, tornou-se essencial proteger os dados e os sistemas necessários para continuidade do negócio de ataques maliciosos, principalmente dos Ransomware, os quais os hackers criptografam todos os dados da empresa e só liberam mediante um resgate.

Com a transformação digital dos negócios e essa necessidade de estabelecer medidas rígidas de segurança nas empresas, a tendência é que surjam cada vez mais vagas no mercado de trabalho para este tipo de profissional.

Neste artigo, explicamos tudo sobre a carreira e o que você precisa para ingressar!

Quanto ganha um especialista em Segurança da Informação?

Segundo pesquisas realizadas pelo site Salário, um especialista em Segurança da Informação ganha, em média, R$6.300 reais, sendo um considerado um dos mais altos na área de tecnologia da informação.

Caso o profissional tenha certificações importantes de segurança da informação, o piso salarial pode ser ainda maior,podendo  chegar ao teto de R$16.715,90.

A falta de profissional qualificado no mercado de trabalho e a alta procura por parte das empresas acabam gerando uma disputa que eleva o patamar de salário da categoria.

Muitas vagas home office no mercado

As atribuições do cargo de especialista em segurança da informação podem ser realizadas de forma totalmente remota e muitas empresas têm publicado vagas para trabalhar em casa!

Se porventura não for 100% home office, pelo menos há uma escala híbrida na equipe, onde há a necessidade de comparecer na empresa apenas 1 ou 2 dias na semana.

Além de ter um dos salários mais altos na área de TI, você ganhará uma qualidade de vida, a qual não tem preço!

Conhecimentos necessários

Conhecimentos em Segurança da Informação
Fonte: Imagem do site Freepik

Agora que você sabe todas as possibilidades que a área de segurança em TI pode lhe proporcionar, veja os principais conhecimentos necessários para ingressar na carreira:

1- Sistemas Operacionais

Os sistemas operacionais são os principais alvos dos hackers,logo os profissionais de segurança da informação precisam ter conhecimentos sólidos, principalmente o Windows, o qual 90% dos usuários comuns o utilizam.

Já o sistema operacional Linux é mais utilizado como servidores nas empresas fazendo função de servidor de arquivos, servidor web, backup, entre outras. Por fazer parte da estrutura crítica de TI, também é de suma importância conhecê-lo.

Além desses, podemos citar o MacOS, da Apple e aqueles instalados em dispositivos móveis, como o Android, IOS (Apple) e Windows Phone. Apesar de ter menos importância, é bom ter noções básicas, pelo menos.

2- Redes de Computadores

Os ataques cibernéticos são 99% das vezes feitos pela rede. Apesar de existir profissionais especializados nessa área de atuação, o especialista de segurança da informação precisa ter bons conhecimentos em redes de computadores.

Compreender os conceitos de redes, protocolos, roteamento, topologias e arquitetura é essencial para identificar e mitigar vulnerabilidades de segurança em infraestruturas de rede.

3 – Segurança em Aplicações

O profissional em segurança da informação precisa conhecer ferramentas para testar vulnerabilidades comuns em aplicações web e de software ,as quais podem se comunicar por serviços e portas do sistema operacional que geram oportunidades aos atacantes cibernéticos.

4 – Algoritmos de criptografia

Conhecer o funcionamento dos diferentes algoritmos de criptografia para entender qual o melhor a ser utilizado para cada tipo de situação também é imprescindível ao profissional de segurança da informação.

Entre os principais algoritmos podemos citar o 3DES, AES e o RSA. Compreender o assunto de geração de hash, como os algoritmos SHA-3, SHA-256 e MD5 também é um dos conhecimentos essenciais.

5 – Segurança em Banco de Dados

Entender como proteger bancos de dados contra acessos não autorizados e ataques é essencial, uma vez que eles geralmente contêm informações críticas para o negócio.

6 – ISO 27002 – Política de Segurança da Informação

A ISO 27002 estabelece diretrizes e princípios gerais para implementar uma política de segurança da informação na organização. Ela aborda boas práticas não só para disciplinar os usuários de TI, mas também para gerenciar sistemas críticos para o negócio.

Além de servir como base para analisar as conformidades da segurança na empresa, ela também pode ser utilizada para criar treinamentos de conscientização para funcionários, terceirizados e fornecedores estratégicos que prestam serviços à empresa.

Listamos os principais conhecimentos necessários, mas não se limitam a esses. Ao entrar em um curso na área de segurança da informação, certamente a grade curricular conterá mais disciplinas. Agora, vamos conhecer as instituições de ensino referência na área?

Cursos na área de Segurança da Informação

Para se ambientar às disciplinas de segurança da informação, recomendados que o aluno faça cursos livres para ter certeza de que quer seguir carreira na área.

Confira algumas dicas de escolas:

Senac

Essa escola possui um curso de Analista de Segurança da Informação com carga horária de 96 horas. O tempo é suficiente para ter noções básicas da área e decidir continuar estudando para essa carreira.

Udemy

A Udemy é uma escola de cursos online, onde diversos professores abordam o tema da segurança da informação. O interessante é o ótimo custo benefício, pois, com apenas R$34,90 você consegue se matricular em algum curso desse assunto na plataforma.

Faculdade FIAP

Se o seu interesse é um diploma de graduação na área de segurança da informação, a faculdade FIAP possui um curso tecnólogo de Defesa Cibernética com duração de apenas 2 anos.

Considerando o fato de já poder colocar um curso superior no currículo e a curta duração do curso, vale a pena analisar essa possibilidade.

Conclusão

A tendência da transformação digital dos negócios sem uma política de segurança madura para evitar perda de dados e ataques cibernéticos tem gerado uma procura muito grande por profissionais especializados em segurança da informação.

Essa alta demanda junto com a escassez de profissionais qualificados no mercado tem gerado uma disputa por “cerebros”, através de ofertas de altos salários.

Se você tem interesse em seguir essa carreira, só temos a dizer: siga em frente! Pois, estudando os conhecimentos necessários, as chances de conquistar uma vaga e ter sucesso é grande!

Um dos maiores desafios para quem busca a independência através do empreendedorismo é estabelecer os preços de seus produtos e serviços. 

Essa é uma tarefa crítica, que deve ter a sua total atenção, tanto no planejamento inicial, quanto no dia a dia do negócio, devido às flutuações dos preços no mercado.

Nesse artigo, trouxemos algumas dicas interessantes para estabelecer um preço ideal sem abrir mão da qualidade, vamos lá?

Analisando todos os parâmetros necessários

Ao precificar seus produtos, é importante considerar diversos fatores para garantir que você esteja estabelecendo preços justos e que atendam às necessidades do seu negócio. Aqui estão alguns aspectos a serem considerados:

1- Custos de produção

Calcule todos os custos envolvidos na produção do item, como matéria-prima, mão de obra, embalagem, transporte, aluguel de espaço, entre outros. E muito importante: lembre-se de incluir todos os custos, diretos e indiretos!

2- Margem de lucro

Determine a margem de lucro desejada para o seu negócio. Isso dependerá dos seus objetivos, da concorrência e da demanda pelo produto. Lembre-se de incluir também uma parte do lucro para reinvestir no crescimento futuro.

3- Valor percebido pelo cliente

Avalie o valor que seu produto oferece aos clientes em comparação com os concorrentes. Considere características únicas, qualidade, marca, atendimento ao cliente e outros elementos que agregam valor e podem afetar a percepção de valor de seu produto ou serviço.

4- Análise de mercado

Pesquise o mercado para entender como seus concorrentes precificam produtos semelhantes. Isso ajudará a posicionar seus preços de forma competitiva e a evitar preços muito altos ou muito baixos.

5 – Efeitos sazonais

A sazonalidade diz respeito sobre a época em que há oscilação na procura por determinados produtos, o que afeta significativamente os seus preços.

Como exemplo, podemos citar os casacos de inverno, materiais escolares , fantasias de carnaval, protetor solar, entre outros.

No planejamento do negócio, é preciso levar em conta essa sazionalidade, tanto para precificar o produto, quanto para fazer a gestão de suas quantidades no estoque para que não haja prejuizos financeiros.

6 – Demanda e elasticidade

Produtos com alta elasticidade de demanda têm uma sensibilidade significativa aos preços, o que significa que pequenas variações nos preços podem levar a mudanças substanciais na quantidade demandada. 

Por outro lado, os produtos com demanda inelástica têm uma resposta menos sensível aos preços, o que significa que as variações nos preços têm um impacto menor na quantidade demandada.

Detalhando a elasticidade

Quando um produto possui alta elasticidade de demanda, os consumidores tendem a ser mais sensíveis a mudanças de preço e podem reduzir sua procura quando os preços aumentam. Por outro lado, quando os preços diminuem a procura aumenta.

Nesses casos, você deve  ter cautela ao aumentar os preços, pois isso pode resultar em uma queda significativa nas vendas. Em contrapartida, produtos com demanda inelástica são menos sensíveis a mudanças de preço, o que significa que os consumidores estão dispostos a pagar mais por esses produtos, e um aumento nos preços pode não afetar substancialmente a quantidade demandada. 

Um bom exemplo de produtos com demanda elástica são os eletrônicos: os consumidores são sensíveis aos preços e, quando eles aumentam, podem adiar suas compras, procurar por promoções ou optar por modelos mais acessíveis. 

Já produtos de luxo exclusivos podem ter demanda inelástica, pois  são vistos como símbolos de status e prestígio, e os consumidores dispostos a comprá-los podem não se importar tanto com o aumento dos preços. Entre os produtos dessa categoria estão os carros esportivos de luxo, jóias de alta qualidade e bolsas de grife.

Some tudo e decida

Considere também em qual estágio do ciclo de vida seu produto se encontra. No lançamento, preços mais baixos podem ajudar a atrair clientes, enquanto em estágios posteriores, preços mais altos podem refletir a exclusividade ou a qualidade do produto. 

Tudo isso afeta a flexibilidade que você irá adotar: pense se é possível oferecer diferentes níveis de preços para atender a  segmentos específicos de mercado. Isso pode incluir descontos para compras em grande quantidade, pacotes promocionais ou preços diferenciados para clientes corporativos.

Com tudo isso em mente, decida qual estratégia de precificação é mais adequada para o seu negócio. Existem várias opções, como precificação baseada em valor percebido, precificação de penetração em mercados novos, entre outras. Todas essas teorias evidenciam que a precificação não é um processo estático. 

O segredo é revisar e ajustar regularmente os preços com base nas mudanças do mercado, nos custos de produção e nas estratégias de negócio.

Espero ter ajudado, até a próxima!